{"id":499166,"date":"2025-08-24T10:12:30","date_gmt":"2025-08-24T13:12:30","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=499166"},"modified":"2025-08-24T10:12:30","modified_gmt":"2025-08-24T13:12:30","slug":"se-continuarmos-nesse-ritmo-os-jumentos-estarao-extintos-do-brasil-em-2030","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/se-continuarmos-nesse-ritmo-os-jumentos-estarao-extintos-do-brasil-em-2030\/","title":{"rendered":"&#8220;Se continuarmos nesse ritmo, os jumentos estar\u00e3o extintos do Brasil em 2030&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"cabecalhoNot mt-5\">\n<h1 class=\"tituloNot font-bold text-[28px] leading-8 md:text-[40px] md:leading-11 tracking-[-4%] text-black mt-1 mb-5\" style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<p class=\"descricaoNot font-normal text-[14px] md:text-[14px] tracking-[-3%] my-5\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Dados levantados pela The Donkey Sanctuary mostram que, entre 1999 e 2024, a popula\u00e7\u00e3o de jumentos no pa\u00eds caiu em 94% e caminha para a extin\u00e7\u00e3o de animal at\u00e9 2030<\/strong><\/p>\n<p class=\"assinaturaNot font-bold text-[14px] md:text-[14px] tracking-[-5%] text-[var(--var-primary--color)]\" style=\"text-align: justify;\"><a class=\"hover:underline\" title=\"Mais de Mar\u00edlia Parente\" href=\"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/autor\/marilia-parente\/\">Mar\u00edlia Parente<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"socialShare mt-5 flex flex-row justify-start\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"flex flex-row justify-evenly\">\n<div class=\"h-7\">\n<div class=\"rounded-2xl border-[1px] border-gray-200\">\n<p class=\"flex flex-row justify-center px-3\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"corpoNot w-full py-5 text-[14px] font-normal leading-normal tracking-normal text-black\">\n<div class=\"fotoNot\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-499168 size-full\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jegue-lindo.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jegue-lindo.jpg 600w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jegue-lindo-300x200.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jegue-lindo-160x106.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jegue-lindo-450x300.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p class=\"credFotoNot text-[12px] my-2.5 font-medium tracking-[-3%] text-center text-black\">Jumento nordestino, mais conhecido como jeque, \u00e9 mais amea\u00e7\u00e7o (Na Contram\u00e3o\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<\/div>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Conduzindo fam\u00edlias retirantes em dire\u00e7\u00e3o ao sul, carregando \u00e1gua de beber ou acompanhando o agricultor na lida di\u00e1ria, os\u00a0<a href=\"https:\/\/www.diariodepernambuco.com.br\/noticia\/viver\/2018\/12\/serie-pernambucana-revela-atual-exterminio-dos-jumentos-no-sertao-nord.html\"><strong>jumentos<\/strong><\/a>\u00a0conquistaram seu merit\u00f3rio lugar no ecossistema e na cultura brasileira. Agora, sob a pele de quem carregou parte da hist\u00f3ria do pa\u00eds nas costas, o col\u00e1geno est\u00e1 no centro de uma empreitada extrativista que amea\u00e7a a exist\u00eancia da esp\u00e9cie. Demandado em larga escala pelo mercado chin\u00eas, o produto \u00e9 apontado por especialistas como o principal respons\u00e1vel pela redu\u00e7\u00e3o populacional de 94% dos asininos no Brasil, entre os anos de 1999 e 2024.<\/p>\n<div id=\"teads0\" class=\"teads-player native\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Produzido com informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o dado foi apresentado no terceiro \u201dWorkshop Internacional Jumento do Brasil, Futuro, Sustentabilidade\u201d, realizado no \u00faltimo m\u00eas de junho em Macei\u00f3, capital de Alagoas. Segundo o Mapa, entre 2018 e 2024, 248 mil jumentos foram abatidos no Brasil.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cA demanda mundial \u00e9 de 4,8 milh\u00f5es de peles de jumentos por ano, ou seja 4,8 milh\u00f5es de animais. Nem a China produz a quantidade de jumentos que utiliza\u201d, afirma Patr\u00edcia Tatemoto, doutora em Medicina Veterin\u00e1ria pela Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e representante da ONG The Donkey Sanctuary na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"container-gallery\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"mySlides\">\n<div class=\"numbertext\"><\/div>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-499167 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-620x413.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-620x413.jpg 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-300x200.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-768x512.jpg 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-160x106.jpg 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-450x300.jpg 450w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777-640x427.jpg 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/jumento_donkey_sanctuary-727777.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/div>\n<div class=\"caption-container\">\n<p id=\"caption\">Demanda desenfreada por col\u00e1geno da pele de jumentos est\u00e1 provocando um colapso populacional da esp\u00e9cie (The Donkey Sanctuary\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">A pesquisadora lembra que o elijao, produto derivado do col\u00e1geno, \u00e9 utilizado na China pela medicina tradicional do pa\u00eds h\u00e1 mais 5 mil anos. Sua utiliza\u00e7\u00e3o se d\u00e1 para tratar problemas de sa\u00fade como menstrua\u00e7\u00e3o irregular, anemia, ins\u00f4nia e impot\u00eancia sexual. \u201cA efic\u00e1cia do elijao n\u00e3o possui comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u201d, frisa Tatemoto.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">A venda de jumentos brasileiros para o mercado chin\u00eas come\u00e7ou em 2016, ap\u00f3s uma visita da ex-ministra da Agricultura, K\u00e1tia Abreu, ao pa\u00eds asi\u00e1tico. \u201cParece piada\u201d, publicou em suas redes sociais, ao descobrir a demanda chinesa por um milh\u00e3o de jumentos ao ano.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Segundo dados do IBGE, o Brasil nem sequer possui essa popula\u00e7\u00e3o total de animais. Em 2012, apenas 902 mil animais existiam no pa\u00eds, dos quais 97% deles, o equivalente a 877 mil indiv\u00edduos, viviam no Nordeste.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, em julho de 2017, a Bahia passou a exportar carne e couro \u00e0 China, com meta de entregar 200 mil unidades por ano. Atualmente, boa parte dos abates de jumentos acontecem no estado, onde tr\u00eas frigor\u00edficos t\u00eam licen\u00e7a do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF) para realizar os abates. \u201cTemos pesquisas que comprovam que a atividade de abates n\u00e3o \u00e9 sequer lucrativa\u201d, completa Tatemoto.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Africano, mas naturalizado brasileiro<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Oriundo do continente africano, o jumento chegou ao Brasil no s\u00e9culo XVI, durante o per\u00edodo colonial. Resiliente, a esp\u00e9cie demonstrou adapta\u00e7\u00e3o exemplar ao semi-\u00e1rido brasileiro, passando a desempenhar um importante papel no bioma.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cExistem uma s\u00e9rie de artigos cient\u00edficos mostrando o impacto positivo dos jumentos em lugares dos quais eles n\u00e3o eram nativos. Na B\u00e9lgica e na Alemanha, eles fazem um importante papel de gest\u00e3o de recursos naturais, comendo plantas invasoras, que inclusive esp\u00e9cies nativas n\u00e3o comem\u201d, comenta Tatemoto.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">De acordo com a cientista, os jumentos funcionam como verdadeiros restauradores de ecossistemas. \u201cOutros artigos mostram que eles conseguem encontrar \u00e1gua e cavar po\u00e7os. N\u00e3o sabemos se, por causa da excelente audi\u00e7\u00e3o, conseguem escutar o len\u00e7ol fre\u00e1tico\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Matando a pr\u00f3pria sede, os asininos tamb\u00e9m d\u00e3o de beber aos vizinhos. \u201cOutras esp\u00e9cies passam a beber aquela \u00e1gua, defecar ali e disseminar sementes. Eles fazem uma mitiga\u00e7\u00e3o de \u00e1reas que est\u00e3o sendo desertificadas\u201d, completa Tatemoto.<\/p>\n<div id=\"denakop-intext-3\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CIbAktbBo48DFahU3QIdY40SlA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21715141650,1085900\/diariodepernambuco.com.br\/post_intext_3_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Resiliente<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">De acordo com a pesquisadora, os jumentos amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o s\u00e3o precisamente jumentos nordestinos, conhecidos como \u201cjegues\u201d. \u201c\u00c9 uma linhagem gen\u00e9tica que s\u00f3 ocorre no Brasil. Ent\u00e3o existe ali uma informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica muito relevante para a escassez h\u00eddrica e a situa\u00e7\u00e3o que a gente tem enfrentado de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u00c9 uma esp\u00e9cie t\u00e3o resiliente quanto o povo nordestino\u201d, comenta.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Disposto para o trabalho, a despeito de ter menor peso e estatura, o jegue nordestino teve seu trabalho no campo preterido pela populariza\u00e7\u00e3o das motocicletas e pela moderniza\u00e7\u00e3o da agricultura. Errante pelas estradas e pela caatinga, virou alvo f\u00e1cil dos abatedouros.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cTemos relatos de venda desses animais por R$ 1. As condi\u00e7\u00f5es de manejo clandestino, sem \u00e1gua, sem comida e sem assist\u00eancia m\u00e9dico-veterin\u00e1ria fazem com que 20% desses animais morram antes de chegar ao abatedouro\u201d, lamenta Tatemoto.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Distantes da aposentadoria<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Professor de medicina veterin\u00e1ria, inova\u00e7\u00e3o e empreendedorismo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Pierre Barnab\u00e9 Escodro \u00e9 enf\u00e1tico. \u201cSe continuarmos nesse ritmo de abates, os jumentos estar\u00e3o extintos do Brasil em 2030\u201d, alerta.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">O pesquisador explica que a atividade de abate de jumentos no Brasil \u00e9 extrativista, pois n\u00e3o possui inser\u00e7\u00e3o em uma cadeia produtiva. Ao passo que os animais s\u00e3o abatidos em massa, n\u00e3o h\u00e1 uma cadeia de cria\u00e7\u00e3o que garanta a exist\u00eancia de novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cA gente v\u00ea a necessidade emergente de cessar os abates de jumentos no Brasil. E de um censo fidedigno, confi\u00e1vel, para elaborar pol\u00edticas p\u00fablicas para a reinser\u00e7\u00e3o desse animal na sociedade e evitar a extin\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 aconteceu em pa\u00edses africanos\u201d, pontua Pierre.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Segundo o cientista, o s\u00e9culo XXI ainda reserva atividades relevantes para os jumentos. \u201cPodem trabalhar na terra, seja com agricultura familiar, inclusive em locais onde os ve\u00edculos n\u00e3o chegam, seja na recupera\u00e7\u00e3o do solo. Tamb\u00e9m podemos ter essa reintrodu\u00e7\u00e3o, por exemplo, em terapias assistidas e na biotecnologia aplicada ao plasma\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Em defesa dos jumentos, a comunidade cient\u00edfica j\u00e1 tem deixado o Governo Federal ciente da urg\u00eancia da suspens\u00e3o dos abates. Neste ano, o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva chegou a receber ativistas da causa animal que cobraram medidas enf\u00e1ticas a respeito da quest\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">\u201cA gente n\u00e3o consegue ter um posicionamento do Governo Federal, porque \u00e9 uma quest\u00e3o que envolve acordos comerciais\u201d, destaca Pierre.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, j\u00e1 circula na C\u00e2mara dos Deputados o projeto de lei 2387\/2022, que visa proibir o abate de equ\u00eddeos e equinos (cavalos e jumentos) para o com\u00e9rcio de carne, pele e outras partes do corpo. A proposta est\u00e1 em an\u00e1lise nas comiss\u00f5es de Agricultura, Meio Ambiente e Justi\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"texto\" style=\"text-align: justify;\">Procurado pelo Diario de Pernambuco, o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria n\u00e3o deu retorno aos questionamentos da reportagem.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conduzindo fam\u00edlias retirantes em dire\u00e7\u00e3o ao sul, carregando \u00e1gua de beber ou acompanhando o agricultor na lida di\u00e1ria, os\u00a0jumentos\u00a0conquistaram seu merit\u00f3rio lugar no ecossistema e na cultura brasileira. Agora, sob a pele de quem carregou parte da hist\u00f3ria do pa\u00eds nas costas, o col\u00e1geno est\u00e1 no centro de uma empreitada extrativista que amea\u00e7a a exist\u00eancia da esp\u00e9cie. 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