{"id":508364,"date":"2025-11-13T08:20:25","date_gmt":"2025-11-13T11:20:25","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=508364"},"modified":"2025-11-13T08:20:25","modified_gmt":"2025-11-13T11:20:25","slug":"bahia-registra-um-roubo-de-carga-a-cada-dois-dias-sexta-a-noite-e-o-horario-mais-perigoso-para-caminhoneiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/bahia-registra-um-roubo-de-carga-a-cada-dois-dias-sexta-a-noite-e-o-horario-mais-perigoso-para-caminhoneiros\/","title":{"rendered":"Bahia registra um roubo de carga a cada dois dias; sexta \u00e0 noite \u00e9 o hor\u00e1rio mais perigoso para caminhoneiros"},"content":{"rendered":"<div class=\"flex flex-col px-0 w-full\" data-kicker=\"\"><\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full\">\n<h2 id=\"linha-fina-y4le3xse36\" class=\"text-tw-theme-box-linha-fina-default font-normal text-[16px]\">No Brasil, foram 23 casos por dia, considerando o per\u00edodo de janeiro a setembro<\/h2>\n<p>Por Thais Borges<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full\"><\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full\">\n<div id=\"imagem-7fsyvdvcjn\" class=\"w-full\">\n<figure class=\"imagem-notas w-full max-w-full h-auto flex justify-center items-center overflow-hidden\">\n<div id=\"gft-up-divMM\">\n<div id=\"gft-41012-banner-ad_bg\" class=\"gft-up-divMain center\">\n<div id=\"gft-up_close\" class=\"gft-up-close\"><\/div>\n<\/div>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-508365 size-large\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-620x413.webp\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"413\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-620x413.webp 620w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-300x200.webp 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-768x512.webp 768w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-160x106.webp 160w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-450x300.webp 450w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1-640x427.webp 640w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1.webp 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/div>\n<\/figure>\n<p>Pouco mais de 4% dos caminhoneiros t\u00eam menos de 30 anos no Brasil hoje\u00a0<span class=\"font-bold\">Cr\u00e9dito: Shutterstock<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-b0iv46lw34\">Nenhum momento \u00e9 t\u00e3o perigoso para\u00a0<a class=\"link\" href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/asteriscao\/caminhando-para-um-colapso-sem-novos-profissionais-brasil-deve-ter-apagao-de-caminhoneiros-1025\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">os caminhoneiros<\/a> quanto a sexta-feira \u00e0 noite. Foi nesse per\u00edodo da semana que a maior parte dos roubos de carga foi registrada no Brasil, em 2025. Enquanto o Brasil teve 23 ocorr\u00eancias por dia, na Bahia, houve um assalto a caminh\u00f5es a cada dois dias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-wgs8f1y3ho\">Em 2025, o roubo de cargas tem preocupado ainda mais o setor de transportes porque os ataques cresceram 24,8%, em compara\u00e7\u00e3o ao primeiro semestre do ano passado. Os dados fazem parte do Relat\u00f3rio de Roubo de Cargas, produzido pela empresa nstech, referente aos seis primeiros meses do ano. Em todo o ano de 2024, o preju\u00edzo com esses crimes foi de R$ 1,2 bilh\u00e3o, mas o balan\u00e7o deste ano ainda n\u00e3o est\u00e1 fechado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-2ius0pz5tg\">\u201cA cada curva n\u00e3o mapeada e a cada informa\u00e7\u00e3o ignorada, criminosos ganham vantagem\u00a0e o preju\u00edzo chega em cascata: mercadorias perdidas, fretes encarecidos, vidas em risco e\u00a0custos operacionais cada vez maiores\u201d, diz o documento da empresa, que \u00e9 a maior do setor de supply chain (log\u00edstica) da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-dairmct3vg\">O que j\u00e1 se sabe \u00e9 que, em todo o pa\u00eds, foram 6.251 ocorr\u00eancias de roubos de carga de janeiro at\u00e9 setembro, segundo o Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es de Seguran\u00e7a P\u00fablica (Sinesp) &#8211; o que d\u00e1 quase 23 assaltos por dia, em territ\u00f3rio nacional. A maior parte desses assaltos foram em S\u00e3o Paulo (2.660 situa\u00e7\u00f5es) e no Rio de Janeiro (2.615), seguido por Pernambuco (224).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ir9z3c5ian\">A Bahia aparece na quarta posi\u00e7\u00e3o nacional, com 159 ocorr\u00eancias. O n\u00famero j\u00e1 \u00e9 20% maior do que o mesmo per\u00edodo do ano passado, quando 132 roubos foram registrados no sistema.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-igpzz3i24x\">&#8220;A quest\u00e3o da seguran\u00e7a \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o constante dos caminhoneiros. Existe a quest\u00e3o da obrigatoriedade da parada para descanso que \u00e0s vezes faz parar em beira de estrada e voc\u00ea fica sujeito \u00e0s a\u00e7\u00f5es dos meliantes&#8221;, diz o presidente da Cooperativa de Caminhoneiros de Feira de Santana, Ant\u00f4nio Lima.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-b51av6g98x\"><b>Cuidados<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-j8m4c43c8e\">Por isso, caminhoneiros baianos que rodam tanto pelas estradas estaduais quanto federais refor\u00e7am os cuidados. \u201cAqui \u00e9 mais tranquilo, comparado a outros estados. Assalto tem, s\u00f3 que bem menos que nos outros\u201d, conta o caminhoneiro Marcos Oliveira, 26 anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-1nmpuhjwj4\">Ele evita transitar nos locais famosos pelos assaltos. Se n\u00e3o tiver nenhuma rota alternativa, tenta fazer isso acompanhado &#8211; ou seja, numa esp\u00e9cie de comboio com outros dois ou tr\u00eas caminh\u00f5es conhecidos. Essa \u00e9 uma estrat\u00e9gia para afugentar ladr\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-9xtcx6bk8q\">\u201c\u00c9 assalto a m\u00e3o armada mesmo. Se voc\u00ea est\u00e1 transitado devagar, numa subida, um neg\u00f3cio ou outro. Pelos relatos, eles colocam o carro de lado e fazem voc\u00ea parar. Mesmo voc\u00ea estando com um caminh\u00e3o, que \u00e9 bem maior que um carro pequeno, se o cara est\u00e1 armado, n\u00e3o tem muito o que fazer\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-wvir4r2oy0\">O caminhoneiro Jalber Rodrigues, 38, nunca viveu uma situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia nas estradas, mas tem o exemplo de casa. Seu pai, que conduziu caminh\u00f5es por 52 anos, at\u00e9 se aposentar em 2023, viveu momentos de terror nas m\u00e3os de assaltantes em tr\u00eas ocasi\u00f5es. A primeira vez, em S\u00e3o Miguel das Matas (AL), chegou a ser feito ref\u00e9m e o caminh\u00e3o s\u00f3 foi encontrado dois meses depois, todo adulterado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-3un8mhtnb6\">\u201cNo segundo, o pr\u00f3prio ladr\u00e3o tombou o caminh\u00e3o dele em uma manobra. O terceiro assalto foi mais r\u00e1pido, logo o caminh\u00e3o apareceu. Por\u00e9m, ele ficou amarrado numa \u00e1rvore. De duas da tarde at\u00e9 23h, ele ficou no meio do mato, sozinho\u201d, conta. Acorrentado com um cadeado, o pai de Jalber chegou a escutar dos assaltantes que, se ele tivesse sorte, voltaria para solt\u00e1-lo. Se n\u00e3o tivesse, deixaria para que fosse comido pelos urubus. \u201c\u00c0s 11h da noite, voltaram e soltaram ele\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ruofxk3bqa\">Os dois \u00faltimos assaltos foram na mesma regi\u00e3o: entre o munic\u00edpio de Ibotirama e o povoado do Javi, em Muqu\u00e9m do S\u00e3o Francisco. Nas duas ocasi\u00f5es, era uma carga de \u00f3leo de cozinha, que vinha de uma f\u00e1brica localizada em Barreiras. Al\u00e9m de ser um produto com venda f\u00e1cil e com muitos interceptadores, a estrada na \u00e9poca das ocorr\u00eancias do pai dele tinha muitos problemas. \u201cTinha muito buraco. Todas as vezes, ele estava quase parando, passando em buraco. Os ladr\u00f5es chegam e abordam em carro pequeno\u201d, explica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-3nnib346s8\">O pr\u00f3prio Jalber, por sua vez, lista as \u00e1reas mais famosas de assalto nas rotas que faz: um trecho da BR-251 que passa por Salinas (MG) e o trecho da BR-116 no Trevo de Ib\u00f3, na divisa da Bahia com Pernambuco. \u201cPrecisa redobrar a aten\u00e7\u00e3o e respeitar os hor\u00e1rios de passar, procurar n\u00e3o passar sozinho. De comboio \u00e9 sempre melhor e n\u00e3o passar em hor\u00e1rio muito tarde\u201d, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-uuciy1qx00\">Outras \u00e1reas famosas pelo risco s\u00e3o todo o trecho da BR-242 entre Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es e Itaberaba e as proximidades de Ros\u00e1rio, no munic\u00edpio de S\u00e3o Desid\u00e9rio, pela BR-020.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p>O caminhoneiro Marcio Santiago, 47, conta que o temor \u00e9 grande. Ele costuma administrar bem os hor\u00e1rios e locais de parada, carga e descarga. &#8220;Um local de parada, para me passar seguran\u00e7a, deve ter uma boa estrutura: ilumina\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<div class=\"keywords-mark-f4f3b2df-7733-48fe-ac92-1357b174321c stared\" data-markjs=\"true\">vigil\u00e2ncia<\/div>\n<p id=\"paragrafo-afrwn4kcqi\">, localiza\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima de cidades, de movimentos &#8230; De prefer\u00eancia, (que fique) longe de alguma situa\u00e7\u00f5es que infelizmente existem em alguns postos, como o tr\u00e1fico de drogas\u201d, acrescenta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-i5q0xz45jm\"><b>Perfil dos assaltos<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-jpcnihybr8\">As \u00e1reas urbanas respondem por 27,7% dos assaltos, seguidas pelas BR-101 (14,7%), BR-226 (8%) e BR-116 (6,1%). Enquanto as \u00e1reas urbanas s\u00e3o os pontos mais usados por quadrilhas no Sudeste, mais da metade do preju\u00edzo na BR-101 foi no Nordeste (54,9%).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-gveer94sc8\">As cargas fracionadas &#8211; ou seja, com diversos tipos de mercadorias &#8211; s\u00e3o as mais visadas. Elas respondem por 43,8% das ocorr\u00eancias no primeiro semestre, mas s\u00e3o seguidas diretamente pela carga aliment\u00edcia (33,3%) e de eletr\u00f4nicos (10,8%), segundo o relat\u00f3rio da nstech.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-yxwpdgftep\">Enquanto a regi\u00e3o Sudeste concentrou 62,4% dos assaltos de janeiro a junho. o Nordeste continuou no segundo lugar &#8211; mesma posi\u00e7\u00e3o que ocupava no ano passado. S\u00f3 que, agora, os casos aumentaram: sa\u00edram de 15,8% no mesmo per\u00edodo do ano passado para 21,3%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-l9k36xdhc5\">Entre os segmentos mais comuns de serem alvos nas estradas nordestinas, a carga fracionada acumulou 34,8% do preju\u00edzo. Ela \u00e9 seguida por cargas de eletr\u00f4nicos (19,1%), higiene e limpeza (18,6%), aliment\u00edcio (17,4%), defensivo agr\u00edcola (8,3%) e bebida (1,9%). Os maiores preju\u00edzos foram nos estados de Pernambuco (34,1%) e Maranh\u00e3o (33,6%). A Bahia fica atr\u00e1s deles, com 17,8%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-cqb8kc1saa\">Segundo o presidente da Cooperativa de Caminhoneiros de Feira de Santana, Ant\u00f4nio Lima, o problema vai desde a falta de mudan\u00e7as nos caminh\u00f5es at\u00e9 o policiamento.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-5x0p2xkrym\">&#8220;A gente n\u00e3o v\u00ea presen\u00e7a ostensiva da pol\u00edcia. Al\u00e9m disso, em determinados caminh\u00f5es, tem um m\u00f3dulo, que \u00e9 o c\u00e9rebro do caminh\u00e3o, e s\u00f3 ele custa de R$ 30 mil a R$ 40 mil. A gente n\u00e3o v\u00ea melhorias para que tenha mais seguran\u00e7a nesses ve\u00edculos&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-0nom4xnfv1\">Em 2025, at\u00e9 o momento, a Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) localizou 442 caminh\u00f5es adulterados na Bahia e recuperou outros 533. No ano passado, foram 687 adulterados e 788 recuperados, contra 526 que foram localizados adulterados em 2023 e 708 que foram recuperados.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ijuw0trwoy\">De acordo com a chefe do n\u00facleo de comunica\u00e7\u00e3o da PRF, Fernanda Maciel, a corpora\u00e7\u00e3o se depara com diversos crimes envolvendo roubo de carga nas rodovias federais, a exemplo de saques, assaltos, roubos e furtos de ve\u00edculos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-d8tar98ztt\">&#8220;A gente trabalha tanto na parte de preven\u00e7\u00e3o desses crimes com fiscaliza\u00e7\u00e3o mais estrat\u00e9gica, levando em considera\u00e7\u00e3o as rodovias que possuem mais fluxo de ve\u00edculos&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-04pllw6b2v\">Ela recomenda que, se acontecer um roubo de carga, a PRF deve ser comunicada o quanto antes, para que a mercadoria tenha mais chances de ser recuperada. &#8220;Infelizmente, a criminalidade tem estado cada vez mais organizada. Eles v\u00eam buscando burlar as fiscaliza\u00e7\u00f5es e observar a rotina dos caminhoneiros. Eles sabem as rodovias em que h\u00e1 maior fluxo de ve\u00edculos e pontos com necessidade de redu\u00e7\u00e3o de velocidade&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, foram 23 casos por dia, considerando o per\u00edodo de janeiro a setembro<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":508365,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[4,6],"tags":[],"class_list":["post-508364","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/pouco-mais-de-4-dos-caminhoneiros-tem-menos-de-30-anos-no-brasil-hoje-2943783-article-1.webp","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/508364","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=508364"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/508364\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/508365"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=508364"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=508364"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=508364"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}