{"id":535549,"date":"2026-07-11T09:34:52","date_gmt":"2026-07-11T12:34:52","guid":{"rendered":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=535549"},"modified":"2026-07-11T09:34:52","modified_gmt":"2026-07-11T12:34:52","slug":"como-lidar-com-a-frustracao-derrotas-podem-ajudar-a-desenvolver-inteligencia-emocional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/como-lidar-com-a-frustracao-derrotas-podem-ajudar-a-desenvolver-inteligencia-emocional\/","title":{"rendered":"Como lidar com a frustra\u00e7\u00e3o? Derrotas podem ajudar a desenvolver intelig\u00eancia emocional"},"content":{"rendered":"<header class=\"grid_12 prefix_2\">\n<div class=\"tituloNoticia\">\n<h1 class=\"tituloNoticiaDet\"><\/h1>\n<h2 class=\"subTituloDet\">&#8220;Treinar&#8221; toler\u00e2ncia \u00e0 decep\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para n\u00e3o fazer a tristeza influenciar na vida cotidiana<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"descricaoNoticia\">\n<aside class=\"dataAutor\">Por<strong>\u00a0William Tavares<\/strong><\/aside>\n<\/div>\n<div class=\"spacer40 mobileNao\"><\/div>\n<\/header>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-535550 size-full\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/frustracoes-4.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/frustracoes-4.jpg 450w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/frustracoes-4-300x200.jpg 300w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/frustracoes-4-160x106.jpg 160w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/div>\n<div class=\"imgPadrao grid_12 prefix_2\"><a id=\"imgPrincipalNoticia\" title=\"Derrota do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo de 2026 gerou bastante frustra\u00e7\u00e3o entre os torcedores  - Foto: Foto:  LEANDRO FERREIRA\/FOTOARENA\/ESTAD\u00c3O CONTE\u00daDO\" href=\"https:\/\/cdn.folhape.com.br\/img\/pc\/450\/450\/dn_arquivo\/2026\/07\/frustracoes-4.jpg\" rel=\"gallery\"><small class=\"legendaFoto\">Derrota do Brasil para a Noruega na Copa do Mundo de 2026 gerou bastante frustra\u00e7\u00e3o entre os torcedores &#8211;\u00a0<em>Foto: LEANDRO FERREIRA\/FOTOARENA\/ESTAD\u00c3O CONTE\u00daDO<\/em><\/small><\/a><\/div>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<article class=\"grid_8 prefix_2 textoArea\" style=\"display: inline-block; float: left; position: relative; margin-left: 10px; margin-right: 10px; font-size: 20px; color: #231f20; width: 620px; padding-left: 160px;\" data-fetch=\"true\">\n<div class=\"spacer30\"><\/div>\n<p>A psiquiatra Elisabeth K\u00fcbler-Ross apresentou, no livro &#8220;Sobre a Morte e o Morrer&#8221;, um modelo conhecido como as cinco fases do luto: nega\u00e7\u00e3o, raiva, barganha, depress\u00e3o e aceita\u00e7\u00e3o. Um processo pelo qual alguns torcedores brasileiros t\u00eam passado ap\u00f3s a elimina\u00e7\u00e3o da Sele\u00e7\u00e3o na Copa do Mundo. Mas qual o melhor caminho para lidar com a frustra\u00e7\u00e3o? A derrota pode, de fato, ensinar algo ou apenas fragilizar a confian\u00e7a e transformar a dor em revolta?<\/p>\n<p data-intext-processed=\"true\">&#8220;O ser humano tem um lado competitivo. A quest\u00e3o \u00e9 que muitos crescem sendo orientados pela fam\u00edlia e amigos para considerar a vit\u00f3ria como o \u00fanico caminho. Quer dizer: se voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 vitorioso, n\u00e3o serve. E, mesmo a derrota n\u00e3o sendo efetivamente da pessoa, mas sim de um time, \u00eddolo ou pa\u00eds, \u00e9 normal ela se identificar e se &#8216;transportar&#8217; para esse cen\u00e1rio. \u00c0s vezes, isso \u00e9 t\u00e3o forte que, se uma equipe \u00e9 campe\u00e3, ela vai dizer &#8216;eu sou campe\u00e3&#8217;. Da mesma forma que, em caso de derrota, ela se sente derrotada, ainda que de forma inconsciente&#8221;, apontou o psic\u00f3logo Ronaldo Rangel Cruz.<\/p>\n<div id=\"_ppads_outstream_intext\" data-premium=\"\" data-adunit=\"FOLHA_PE_INTEXT_01\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[300,190],[250,250],[200,200]]\" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[250,250],[200,200]]\" data-type=\"intext\" data-count=\"1\" data-fetch=\"true\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/FOLHA_PE_INTEXT_01_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><small class=\"dn_legendaImg\">Ronaldo Rangel Cruz afirma que pais precisam trabalhar nos filhos o processo de compreens\u00e3o do \u201csaber perder\u201d<\/small><\/div>\n<p><strong>Mau exemplo<\/strong><\/p>\n<p>A dor pela derrota pode, em casos extremos, resultar em a\u00e7\u00f5es violentas, como as que foram vistas, por exemplo, em um shopping center de Petrolina, no Sert\u00e3o de Pernambuco, com brigas entre torcedores ap\u00f3s a derrota do Brasil na Copa. Cenas que se repetiram tamb\u00e9m em um bar em Boa Viagem.<\/p>\n<p data-intext-processed=\"true\">&#8220;\u00c9 normal ficar triste quando um time perde por alguns dias, mas a vida vem com outras quest\u00f5es, outras prioridades que acabam assumindo o lugar daquela dor no esporte. Mas se voc\u00ea percebe que isso n\u00e3o passou e que est\u00e1 atrapalhando o trabalho ou atividades sociais, ent\u00e3o est\u00e1 acima do normal. Chorar um pouco e ter raiva \u00e9 natural, mas se isso vira algo compulsivo, cometendo a\u00e7\u00f5es agressivas, isso extrapola o aceit\u00e1vel. \u00c9 preciso ficar atento aos sinais com rela\u00e7\u00e3o ao tempo e a intensidade da frustra\u00e7\u00e3o&#8221;, declarou.<\/p>\n<div id=\"pads_intext-178377315968114\" data-premium=\"\" data-adunit=\"FOLHA_PE_INTEXT_02\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[300,190],[250,250],[200,200]]\" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[250,250],[200,200]]\" data-type=\"intext\" data-count=\"2\" data-fetch=\"true\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/FOLHA_PE_INTEXT_02_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Ci\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>A biom\u00e9dica, neurocientista especialista em trauma e desenvolvimento humano e fundadora da UniNeuroconsciente, Telma Abrah\u00e3o, explicou que o c\u00e9rebro pode reagir a uma derrota esportiva de forma semelhante a outras perdas da vida.<\/p>\n<p data-intext-processed=\"true\">\u201cQuando o time vence, o c\u00e9rebro ativa circuitos de recompensa, liberando neurotransmissores como dopamina, que geram prazer, motiva\u00e7\u00e3o e sensa\u00e7\u00e3o de conquista. J\u00e1 a derrota quebra uma expectativa criada pelo c\u00e9rebro, e toda expectativa frustrada gera uma resposta emocional. Dependendo da hist\u00f3ria de vida da pessoa, uma elimina\u00e7\u00e3o pode reativar sentimentos antigos de perda, rejei\u00e7\u00e3o ou fracasso que nada t\u00eam a ver com o esporte em si\u201d, argumentou.<\/p>\n<div id=\"pads_intext-17837731596820\" data-premium=\"\" data-adunit=\"FOLHA_PE_INTEXT_03\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[300,190],[250,250],[200,200]]\" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[250,250],[200,200]]\" data-type=\"intext\" data-count=\"3\" data-fetch=\"true\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/FOLHA_PE_INTEXT_03_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;O c\u00e9rebro n\u00e3o possui um &#8216;detector&#8217; que diferencie perfeitamente uma perda simb\u00f3lica de uma perda concreta. Ele responde ao significado que aquela experi\u00eancia tem para cada indiv\u00edduo. Uma derrota importante pode ativar regi\u00f5es cerebrais envolvidas no processamento da dor emocional, como o c\u00f3rtex cingulado anterior, al\u00e9m de desencadear respostas fisiol\u00f3gicas do estresse. H\u00e1 aumento da libera\u00e7\u00e3o de adrenalina e cortisol, acelera\u00e7\u00e3o dos batimentos card\u00edacos, tens\u00e3o muscular e altera\u00e7\u00f5es no sono e no humor. Para a maioria das pessoas, essa resposta \u00e9 passageira e faz parte da experi\u00eancia humana. Mas indiv\u00edduos com maior vulnerabilidade emocional ou hist\u00f3rico de traumas podem experimentar rea\u00e7\u00f5es muito mais intensas, justamente porque o c\u00e9rebro associa o evento atual a experi\u00eancias anteriores de sofrimento&#8221;, complementou.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a neurocientista, o futebol pode ser um laborat\u00f3rio para desenvolver intelig\u00eancia emocional e &#8220;treinar&#8221; a toler\u00e2ncia \u00e0 frustra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p data-intext-processed=\"true\">\u201cO esporte \u00e9 um dos ambientes mais completos para desenvolver compet\u00eancias emocionais porque exp\u00f5e continuamente o c\u00e9rebro a desafios, erros, vit\u00f3rias, derrotas, press\u00e3o e necessidade de adapta\u00e7\u00e3o. A toler\u00e2ncia \u00e0 frustra\u00e7\u00e3o n\u00e3o nasce pronta; ela \u00e9 constru\u00edda pela repeti\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias nas quais a pessoa aprende que \u00e9 capaz de sentir emo\u00e7\u00f5es dif\u00edceis sem ser dominada por elas. Esse processo fortalece circuitos cerebrais ligados \u00e0 regula\u00e7\u00e3o emocional e \u00e0 flexibilidade cognitiva\u201d.<\/p>\n<div id=\"pads_intext-178377315968444\" data-premium=\"\" data-adunit=\"FOLHA_PE_INTEXT_04\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[300,190],[250,250],[200,200]]\" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[250,250],[200,200]]\" data-type=\"intext\" data-count=\"4\" data-fetch=\"true\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/FOLHA_PE_INTEXT_04_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Desenvolvimento<\/strong><\/p>\n<p>As crian\u00e7as processam frustra\u00e7\u00f5es de maneira diferente de um adulto e experi\u00eancias emocionais como a de encarar a dor de uma derrota podem ajudar no crescimento social.<\/p>\n<p>\u201cO c\u00e9rebro infantil ainda est\u00e1 em desenvolvimento, principalmente as regi\u00f5es respons\u00e1veis pelo autocontrole, pela tomada de decis\u00e3o e pela regula\u00e7\u00e3o emocional, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal. Isso faz com que as emo\u00e7\u00f5es sejam vividas de forma muito mais intensa. O esporte oferece uma oportunidade extremamente rica para esse aprendizado. Ganhar ensina confian\u00e7a, mas perder ensina algo igualmente importante: lidar com frustra\u00e7\u00f5es, desenvolver persist\u00eancia, flexibilidade emocional e capacidade de recome\u00e7ar\u201d, indicou, fazendo um alerta.<\/p>\n<p>\u201cA forma como os adultos reagem \u00e0 derrota influencia diretamente o c\u00e9rebro da crian\u00e7a. Quando pais e treinadores acolhem a frustra\u00e7\u00e3o sem humilhar, criticar ou pressionar excessivamente, ajudam a construir circuitos neurais de autorregula\u00e7\u00e3o. Quando transformam a derrota em vergonha ou desvaloriza\u00e7\u00e3o, podem fortalecer respostas de medo, ansiedade e perfeccionismo\u201d, observou.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.folhape.com.br\/upload\/dn_arquivo\/2026\/07\/telma-abrahao-1.jpg\" alt=\"Telma explica que o c\u00e9rebro pode reagir a uma derrota esportiva de forma semelhante a outras perdas da vida\" \/><small class=\"dn_legendaImg\">Telma explica que o c\u00e9rebro pode reagir a uma derrota esportiva de forma semelhante a outras perdas da vida<\/small><\/div>\n<p data-intext-processed=\"true\"><strong>Aprendizados<\/strong><\/p>\n<p>No campo da psicologia, Cruz acrescentou que os pais precisam trabalhar nos filhos o processo de compreens\u00e3o do \u201csaber perder\u201d.<\/p>\n<div id=\"pads_intext-178377315968555\" data-premium=\"\" data-adunit=\"FOLHA_PE_INTEXT_05\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[300,190],[250,250],[200,200]]\" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[250,250],[200,200]]\" data-type=\"intext\" data-count=\"5\" data-fetch=\"true\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/FOLHA_PE_INTEXT_05_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;Os pais t\u00eam como obriga\u00e7\u00e3o ajudar as crian\u00e7as a desenvolverem mecanismos de defesa para a vida nos melhores ou nos piores momentos. Vale para perdas esportivas, mas tamb\u00e9m de pessoas que amamos, quest\u00f5es de sa\u00fade e outros pontos. Quando os pais n\u00e3o conseguem orientar dessa forma e reagem de forma exagerada nos momentos de tristeza, brigando com o vizinho ou discutindo com algum parente, o filho acaba pegando esse exemplo e considerando que esse \u00e9 o comportamento que faz sentido&#8221;, exemplificou.<\/p>\n<p><strong>Conselhos<\/strong><\/p>\n<p data-intext-processed=\"true\">O t\u00e9cnico Bar\u00e3o Xavier, fundador do CT Bar\u00e3o, local em que passou o atacante da Sele\u00e7\u00e3o Brasileira, Matheus Cunha, ressaltou tamb\u00e9m o papel dos treinadores no trabalho de prepara\u00e7\u00e3o de jovens em meio ao cen\u00e1rio de frustra\u00e7\u00f5es e perdas no esporte.<\/p>\n<p>\u201cEu digo a eles que a gente n\u00e3o pode vender ilus\u00f5es e nem brincar com sonhos. Nem tudo que queremos, n\u00f3s conseguimos, mas tamb\u00e9m n\u00e3o podemos deixar de lutar para conseguir o objetivo. Poucos v\u00e3o passar pelo funil do futebol profissional e chegar ao n\u00edvel de um Matheus Cunha, por exemplo. Tamb\u00e9m h\u00e1 um peso dos pais dentro dessa quest\u00e3o psicol\u00f3gica. Muitos queriam ser jogadores e n\u00e3o foram, mas querem que o filho seja para ter dinheiro. Isso pode criar um problema. J\u00e1 vi atletas que ganharam tudo at\u00e9 os 15 anos, mas quando come\u00e7aram a perder, abandonaram o esporte. N\u00e3o souberam lidar com a derrota. Eu digo que nem todos podem virar jogador, mas todos podem se tornar um cidad\u00e3o de bem. Isso \u00e9 o principal\u201d, salientou.<\/p>\n<p>O jornalista Rembrandt J\u00fanior ponderou que se preparar para o futuro pode ser uma forma de diminuir o peso da frustra\u00e7\u00e3o. \u201cA perda esportiva pode ser superada rapidamente com o recome\u00e7o de novos objetivos. O esporte oferece segundas chances, possibilidades de superar traumas. N\u00e3o vale a pena remoer o passado. \u00c9 preciso saber que a frustra\u00e7\u00e3o passa, n\u00e3o \u00e9 o fim do mundo. A gente gosta do futebol, se envolve, mas isso n\u00e3o pode trazer preju\u00edzo para a nossa sa\u00fade f\u00edsica e mental&#8221;.<\/p>\n<div id=\"ppBoxFinalMateria\">\n<div id=\"pads_intext-178377315968654\" data-premium=\"\" data-adunit=\"FOLHA_PE_FINAL_MATERIA_01\" data-sizes-mobile=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[300,190],[250,250],[200,200]]\" data-sizes-desktop=\"[[336,280],[320,320],[300,300],[300,250],[250,250],[200,200]]\" data-type=\"intext\" data-count=\"2\" data-fetch=\"true\"><\/div>\n<\/div>\n<section class=\"bannerBillboardDetalhe\"><\/section>\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Treinar&#8221; toler\u00e2ncia \u00e0 decep\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para n\u00e3o fazer a tristeza influenciar na vida cotidiana<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":535550,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[327,6],"tags":[],"class_list":["post-535549","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-multimidia","category-municipios"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/frustracoes-4.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/535549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=535549"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/535549\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/535550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=535549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=535549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=535549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}