{"id":54504,"date":"2014-04-03T16:15:55","date_gmt":"2014-04-03T19:15:55","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=54504"},"modified":"2014-04-03T17:01:19","modified_gmt":"2014-04-03T20:01:19","slug":"compesa-e-condenada-a-pagar-r-10-mil-a-homem-por-causa-de-fossa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/compesa-e-condenada-a-pagar-r-10-mil-a-homem-por-causa-de-fossa\/","title":{"rendered":"Compesa \u00e9 condenada a pagar R$ 10 mil a homem por causa de fossa"},"content":{"rendered":"<p>A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) foi condenada a pagar R$ 10 mil por danos morais a um homem que teve o nome negativado indevidamente pela empresa sem nunca ter sido cliente dela. O autor da a\u00e7\u00e3o se surpreendeu quando foi informado em lojas comerciais de que estava com restri\u00e7\u00f5es cadastrais devido a contas de \u00e1gua de um per\u00edodo de tr\u00eas anos (maio de 2010 a maio de 2013) que n\u00e3o haviam sido pagas. A decis\u00e3o foi proferida na 1\u00aa Vara da Comarca de Escada, e publicada na edi\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a-feira (1) do Di\u00e1rio de Justi\u00e7a Eletr\u00f4nico. A companhia pode recorrer da decis\u00e3o.<\/p>\n<p>O homem afirmou que sempre utilizou um po\u00e7o artesiano e uma fossa pr\u00f3pria existentes em sua resid\u00eancia, ou seja, nunca recebeu \u00e1gua nem utilizou o sistema de esgoto da Compesa. J\u00e1 a empresa disse que todos os im\u00f3veis urbanos devem ser conectados \u00e0 rede de abastecimento de \u00e1gua, uma vez que ela \u00e9 prestadora de servi\u00e7o p\u00fablico de fornecimento e, neste caso, a cobran\u00e7a n\u00e3o seria ilegal.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-54508\" alt=\"Compesa\" src=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Compesa.jpg\" width=\"276\" height=\"183\" srcset=\"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Compesa.jpg 276w, https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Compesa-160x106.jpg 160w\" sizes=\"auto, (max-width: 276px) 100vw, 276px\" \/><\/p>\n<p>O juiz Cl\u00e1udio Am\u00e9rico de Miranda, que proferiu a decis\u00e3o, afirmou que a companhia n\u00e3o havia apresentado provas de que o autor da a\u00e7\u00e3o foi benefici\u00e1rio de seus servi\u00e7os. Ent\u00e3o a atitude da empresa de cobrar pelo servi\u00e7o e negativar o nome dele junto aos \u00f3rg\u00e3os de restri\u00e7\u00f5es cadastrais teria sido indevida. &#8220;Levando em considera\u00e7\u00e3o os elementos acima e um valor de desest\u00edmulo da pr\u00e1tica de atos semelhantes, fixo o valor do quantum indenizat\u00f3rio em R$ 10 mil&#8221;, escreveu.<\/p>\n<p>O valor da indeniza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 atualizado com juros e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, a partir de 27 de mar\u00e7o de 2014, data da senten\u00e7a. A companhia tamb\u00e9m foi condenada ao pagamento dos honor\u00e1rios advocat\u00edcios, arbitrados em 20% sobre o valor da condena\u00e7\u00e3o. (NE10)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) foi condenada a pagar R$ 10 mil por danos morais a um homem que teve o nome negativado indevidamente pela empresa sem nunca ter sido cliente dela. 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