{"id":61569,"date":"2015-05-21T04:32:15","date_gmt":"2015-05-21T07:32:15","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=61569"},"modified":"2015-05-21T04:32:15","modified_gmt":"2015-05-21T07:32:15","slug":"ei-toma-cidade-historica-de-palmira-na-siria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/ei-toma-cidade-historica-de-palmira-na-siria\/","title":{"rendered":"EI toma cidade hist\u00f3rica de Palmira, na S\u00edria"},"content":{"rendered":"<header>\n<div class=\"row\">\n<h1 class=\"col-xs-13\"><\/h1>\n<h2 class=\"col-xs-13\">TV estatal s\u00edria admitiu que o Ex\u00e9rcito leal ao ditador Bashar Assad deixou joia arqueol\u00f3gica depois de sete dias de combate<\/h2>\n<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"social-bar noindex\" data-social-toolbar=\"\"><\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"content col-xs-13\">\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" title=\"Camelos na cidade antiga de Palmira, S\u00edria\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0418\/pe6Cx\/conheca-o-pais-siria-20120318-12-original.jpeg?1402459986\" alt=\"Camelos na cidade antiga de Palmira, S\u00edria\" \/><figcaption>Camelos na cidade antiga de Palmira, S\u00edria<span class=\"credito\">(DEA\/C. SAPPA\/De Agostini\/Getty Images\/VEJA)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Terroristas do grupo Estado Isl\u00e2mico (EI) assumiram quase todo o controle da cidade hist\u00f3rica de<strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/mundo\/palmira-joia-arqueologica-mundial-esta-ameacada-por-jihadistas\" rel=\"\">Palmira<\/a><\/strong>, na S\u00edria, ap\u00f3s as tropas governistas partirem em retirada nesta quarta-feira. N\u00e3o ficou claro, por\u00e9m, se os radicais est\u00e3o pr\u00f3ximos aos famosos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos da \u00e1rea, informaram ativistas locais.<\/p>\n<p>A TV estatal s\u00edria admitiu que o Ex\u00e9rcito leal ao ditador Bashar Assad deixou Palmira depois de sete dias de combate. O recuo foi autorizado ap\u00f3s as tropas evacuarem os civis que se encontravam na regi\u00e3o.<\/p>\n<section class=\"leia-mais\">&nbsp;<\/p>\n<\/section>\n<p>As ru\u00ednas de Palmira ficam ao sudoeste da cidade e s\u00e3o famosas por suas colunas da era romana, datadas de dois mil anos atr\u00e1s. H\u00e1 o temor de que os extremistas destruam a \u00e1rea, assim como fizeram com s\u00edtios arqueol\u00f3gicos no <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/mundo\/estado-islamico-saqueia-antiga-capital-assiria-e-iraque-pede-ajuda-02\" rel=\"\">Iraque<\/a><\/strong>. Os fan\u00e1ticos do EI consideram blasf\u00eamia toda representa\u00e7\u00e3o de culturas pr\u00e9-isl\u00e2micas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da cat\u00e1strofe cultural, a derrota abre caminho para os extremistas avan\u00e7arem rumo a Homs e Damasco, \u00e1reas cruciais para a defesa do regime de Assad. A queda tamb\u00e9m simboliza uma dura perda econ\u00f4mica para o ditador, uma vez que a cidade \u00e9 repleta de reservas de g\u00e1s natural que fornecem energia el\u00e9trica para os principais redutos governistas no oeste s\u00edrio.<\/p>\n<section id=\"galeria_lista-monumentos-historicos-ameacados-por-guerras\" class=\"galeriaUbbersite\">\n<div class=\"galeria-multimidia galeria-multimidia-embedada galeria-lista-embedada galeria-multimidia-focused\" data-per-page=\"6\" data-controls-pos=\"after\" data-publicidade=\"none\">\n<div class=\"galeria-multimidia-inner\">\n<h4>Monumentos hist\u00f3ricos amea\u00e7ados por guerras<\/h4>\n<h4><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/10\/01\/1317\/pe6Cx\/alx_mundo-lista-patrimonios-ameacados-unesco-20140829-012_original.jpeg?1409345896\" alt=\"Minarete de Jam, Afeganist\u00e3o\" \/><\/h4>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/10\/01\/1317\/pe6Cx\/alx_mundo-lista-patrimonios-ameacados-unesco-20140829-012_original.jpeg?1409345896\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/10\/01\/1317\/pNJcp\/alx_mundo-lista-patrimonios-ameacados-unesco-20140829-012_original.jpeg?1409345896\" data-titulo=\"Minarete de Jam, Afeganist\u00e3o\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Minarete de Jam, Afeganist\u00e3o<\/h3>\n<p>O minarete de Jam, de 65 metros de altura, \u00e9 uma das maravilhas arquitet\u00f4nicas do Afeganist\u00e3o. Mas corre o risco de desabar. O local j\u00e1 foi um destino tur\u00edstico bastante frequentado, mas hoje raramente \u00e9 visitado, por causa da <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/tema\/afeganistao-guerra-sem-fim\" target=\"_blank\" rel=\"\">falta de seguran\u00e7a no pa\u00eds<\/a><\/strong>, que tamb\u00e9m impede sua preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde que foi erguido, em 1194, o minarete n\u00e3o foi submetido a nenhum trabalho de restaura\u00e7\u00e3o. Por estar localizado no vale de um rio, cercado de altas montanhas na prov\u00edncia de Ghor, no centro do pa\u00eds, o minarete fica exposto \u00e0 eros\u00e3o e tamb\u00e9m \u00e9 alvo de escava\u00e7\u00f5es ilegais. Nesta semana, membros do governo afirmaram \u00e0 rede BBC que um novo muro de apoio foi constru\u00eddo, mas que ele n\u00e3o \u00e9 suficiente para garantir a seguran\u00e7a da estrutura.<\/p>\n<p>O Afeganist\u00e3o j\u00e1 perdeu importantes exemplares hist\u00f3ricos. Em 2001, o vandalismo dos fan\u00e1ticos do Talib\u00e3 transformou em p\u00f3 as duas <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/arquivo\/destruicao-estatuas-recomeca-afeganistao-buda-gigante-foi-explodido\" rel=\"\">imagens gigantes de Buda de Bamiyan<\/a><\/strong>, esculpidas h\u00e1 mais de 1 500 anos nos arredores da capital Cabul. Uma das imagens media 53 metros e era considerada a maior representa\u00e7\u00e3o de Buda no mundo. Apesar dos apelos internacionais, inclusive de outros pa\u00edses isl\u00e2micos, elas foram arrasadas com explosivos. O Talib\u00e3 cometeu o atentado ap\u00f3s o chefe da organiza\u00e7\u00e3o, Mohamed Omar, ter ordenado a destrui\u00e7\u00e3o de todos os s\u00edmbolos religiosos do pa\u00eds que n\u00e3o fossem isl\u00e2micos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1130_0001_original.jpeg?1409345192\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_1130_0001_original.jpeg?1409345192\" data-titulo=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Ashur, Iraque\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1130_0001_original.jpeg?1409345192\" alt=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Ashur, Iraque\" \/><figcaption>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Cidade arqueol\u00f3gica de Ashur, Iraque<\/h3>\n<p>Datada do terceiro mil\u00eanio antes de Cristo, a cidade arqueol\u00f3gica de Ashur est\u00e1 localizada \u00e0s margens do Rio Tigre, ao norte da antiga Mesopot\u00e2mia. Entre os s\u00e9culos XIV e IX antes de Cristo, Ashur foi a primeira capital do imp\u00e9rio ass\u00edrio, uma cidade-estado de extrema relev\u00e2ncia. Tamb\u00e9m serviu como a capital religiosa dos ass\u00edrios, associada ao deus que levava seu nome. Destru\u00edda pelos babil\u00f4nios, Ashur foi reconstru\u00edda durante o per\u00edodo em que o imp\u00e9rio Parta dominou a regi\u00e3o, entre os s\u00e9culos I e II depois de Cristo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0276_0019-500-335-20130121174517_original.jpeg?1409345260\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_0276_0019-500-335-20130121174517_original.jpeg?1409345260\" data-titulo=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Samarra, Iraque\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0276_0019-500-335-20130121174517_original.jpeg?1409345260\" alt=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Samarra, Iraque\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Cidade arqueol\u00f3gica de Samarra, Iraque<\/h3>\n<p>O cidade arqueol\u00f3gica de Samarra engloba os resqu\u00edcios do que era a capital do poderoso califado isl\u00e2mico de Ab\u00e1ssida, cuja extens\u00e3o ia da Tun\u00edsia at\u00e9 a \u00c1sia Central. Localizada nas duas margens do Rio Tigre e a 130 quil\u00f4metros de Bagd\u00e1, o tem extens\u00e3o de mais de 41 quil\u00f4metros e uma largura que varia de oito a quatro quil\u00f4metros, segundo a Unesco.<\/p>\n<p>Mesmo com 80% da cidade sem ter sido escavada, arqu\u00f3logos a consideram um exemplo \u00fanico das inova\u00e7\u00f5es arquit\u00eatonicas e art\u00edsticas que se espalharam pela regi\u00e3o. A mesquita em forma de pir\u00e2mide data do per\u00edodo em que a cidade era a capital do Califado de Bagd\u00e1, entre 836 e 892.<\/p>\n<p>Desde a invas\u00e3o do Iraque em 2003, a cidade arquol\u00f3gica foi ocupada por for\u00e7as multinacionais que a usaram como um teatro para opera\u00e7\u00f5es militares. Samarra tamb\u00e9m sofre com a falta de trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o e restauro.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0119_0001_original.jpeg?1409345336\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_0119_0001_original.jpeg?1409345336\" data-titulo=\"Timbuktu, Mali\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0119_0001_original.jpeg?1409345336\" alt=\"Timbuktu, Mali\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Timbuktu, Mali<\/h3>\n<p>Timbuktu, no limite do deserto do Saara, foi um centro de ensino isl\u00e2mico entre os s\u00e9culos XIII e XVII, per\u00edodo em que abrigou a prestigiada Universidade Koranic Sankore e outras <em>madrasas<\/em>, ou escolas religiosas. Os atrativos da cidade arqueol\u00f3gica s\u00e3o as tr\u00eas grandes mesquitas constru\u00eddas nos tempos de gl\u00f3ria da regi\u00e3o: Djingareyber, Sankore e Sidi Yahia. A riqueza local ajudou em grande parte a atrair para a \u00c1frica toda sorte de exploradores e conquistadores.<\/p>\n<p>O principal risco aos monumentos de Timbuktu \u00e9 o fen\u00f4meno da desertifica\u00e7\u00e3o. O local tamb\u00e9m foi tomado por grupos fundamentalistas isl\u00e2micos ap\u00f3s o <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/eua-suspendem-ajuda-ao-mali-apos-golpe-de-estado\" target=\"_blank\" rel=\"\">golpe de Estado<\/a><\/strong> que derrubou o governo do Mali em 2012. Com os riscos \u00e0 seguran\u00e7a, os trabalhos de manuten\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o foram suspensos. Segundo a Unesco, nove dos dezesseis mausol\u00e9us do s\u00edtio arqueol\u00f3gico foram destru\u00eddos, assim como dois mausol\u00e9us pertencentes \u00e0 mesquita de Djingareyber. A porta da mesquita de Sidi Yahia tamb\u00e9m foi derrubada.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1139_0015-500-375-20130719154144_original.jpeg?1409345472\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_1139_0015-500-375-20130719154144_original.jpeg?1409345472\" data-titulo=\"T\u00famulo de Askia, Mali\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1139_0015-500-375-20130719154144_original.jpeg?1409345472\" alt=\"T\u00famulo de Askia, Mali\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>T\u00famulo de Askia, Mali<\/h3>\n<p>A estrutura piramidal de 17 metros de altura constru\u00edda em 1495 guarda os restos do imperador Mohamed Askia, l\u00edder do imp\u00e9rio de Songhai, que floresceu nos s\u00e9culos XV e XVI, apoiado em grande parte no com\u00e9rcio de ouro e sal. O monumento tamb\u00e9m evidencia a tradi\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es de barro da regi\u00e3o do Sahel &#8211; a faixa de terra que se interp\u00f5e entre o deserto magrebino (o Saara) e o sul equatorial.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da tumba, o complexo inclui ainda duas mesquitas de telhado plano, o cemit\u00e9rio da mesquita, e um anfiteatro a c\u00e9u aberto, constru\u00eddos quando o imperador voltou de Meca e fez do Isl\u00e3 o religi\u00e3o oficial do imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>A amea\u00e7a \u00e0 Tumba de Askia est\u00e1 concentrada no conflito armado que sucedeu o <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/a-expansao-do-perigo-jihadista-na-africa\" target=\"_blank\" rel=\"\"><strong>golpe de estado<\/strong><\/a> de mar\u00e7o de 2012. Em junho do mesmo ano, o pa\u00eds pediu \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas que reconhecessem a amea\u00e7a aos locais hist\u00f3ricos, pedido que foi acatado com a inclus\u00e3o de Timbuktu e do T\u00famulo de Askia na lista de monumentos amea\u00e7ados.<\/p>\n<p>A instabilidade no pa\u00eds fez com que equipes especializadas na restaura\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o deixassem a regi\u00e3o, o que tamb\u00e9m deixa os monumentos sob risco de desabamento.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0548\/pe6Cx\/imagens-do-dia-20140709-006-original.jpeg?1404910866\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0548\/pNJcp\/imagens-do-dia-20140709-006-original.jpeg?1404910866\" data-titulo=\"Centro hist\u00f3rico de Aleppo, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0548\/pe6Cx\/imagens-do-dia-20140709-006-original.jpeg?1404910866\" alt=\"Centro hist\u00f3rico de Aleppo, S\u00edria\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Centro hist\u00f3rico de Aleppo, S\u00edria<\/h3>\n<p>Ponto de parada das rotas comerciais no segundo mil\u00eanio antes de Cristo, Aleppo foi sucessivamente dominada por hititas, ass\u00edrios, \u00e1rabes, mong\u00f3is, otomanos. A cidadela do s\u00e9culo XIII e a Grande Mesquita do s\u00e9culo XII s\u00e3o dois dos principais pontos da cidade, uma das mais atingidas pelo confronto que se arrasta h\u00e1 mais de tr\u00eas anos na S\u00edria.<\/p>\n<p>Alepo foi transformada no principal reduto de rebeldes contr\u00e1rios ao regime de Bashar Assad e alvo tornou-se alvo onstante de <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/sobe-para-364-o-numero-de-mortos-em-aleppo\" target=\"_blank\" rel=\"\">bombardeios<\/a><\/strong>. O mercado medieval foi completamente destru\u00eddo pelo conflito armado. N\u00e3o se sabe exatamente qual \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o dos muitos monumentos da cidade.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0022_0033-500-336-20110808113715_original.jpeg?1409345645\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_0022_0033-500-336-20110808113715_original.jpeg?1409345645\" data-titulo=\"Centro hist\u00f3rico de Bosra, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0022_0033-500-336-20110808113715_original.jpeg?1409345645\" alt=\"Centro hist\u00f3rico de Bosra, S\u00edria\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Centro hist\u00f3rico de Bosra, S\u00edria<\/h3>\n<p>Bosra foi um importante ponto de parada na rota para Meca, a cidade sagrada dos mu\u00e7ulmanos. Um teatro romano do s\u00e9culo II, ru\u00ednas de uma bas\u00edlica do s\u00e9culo VI e v\u00e1rias mesquitas podem ser encontrados atr\u00e1s de suas muralhas da cidade.<\/p>\n<p>Entre as principais amea\u00e7as \u00e0 Bosra est\u00e3o a destrui\u00e7\u00e3o deliberada de monumentos e a constru\u00e7\u00e3o ilegal de edif\u00edcios nos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/umayyad-original.jpeg?1406752402\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/umayyad-original.jpeg?1406752402\" data-titulo=\"Centro hist\u00f3rico de Damasco, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/umayyad-original.jpeg?1406752402\" alt=\"Centro hist\u00f3rico de Damasco, S\u00edria\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Centro hist\u00f3rico de Damasco, S\u00edria<\/h3>\n<p>Fundada no terceiro mil\u00eanio antes de Cristo, Damasco \u00e9 uma das cidades mais antigas do Oriente M\u00e9dio, destaca a Unesco. Na Idade M\u00e9dia, a cidade era um pr\u00f3spero centro manufatureiro, especializado na produ\u00e7\u00e3o de espadas e bordados. A cidade velha de Damasco \u00e9 considerada uma das mais antigas localidades continuamente habitadas do mundo.<\/p>\n<p>A guerra civil s\u00edria, no entanto, deixou um rastro de destrui\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. A capital Damasco se tornou palco de incessantes conflitos armados entre for\u00e7as governistas leais ao ditador Bashar Assad e rebeldes opositores. Bombardeios perpetrados pelo Ex\u00e9rcito e atentados terroristas destru\u00edram diversos monumentos hist\u00f3ricos da cidade, <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/minarete-de-famosa-mesquita-siria-e-destruida\" target=\"_blank\" rel=\"\">incluindo \u00e1reas da mesquita de Umayyad<\/a><\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/li>\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1229_0026-500-320-20110808122220_original.jpeg?1409345734\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_1229_0026-500-320-20110808122220_original.jpeg?1409345734\" data-titulo=\"Krak des Chevaliers e Qal'at Salah El-Din, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1229_0026-500-320-20110808122220_original.jpeg?1409345734\" alt=\"Krak des Chevaliers e Qal'at Salah El-Din, S\u00edria\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Krak des Chevaliers e Qal&#8217;at Salah El-Din, S\u00edria<\/h3>\n<p>Originalmente constru\u00eddo em 1031 pelos emires de Alepo, o Krak foi conquistado pelo cavaleiro normando Tancredo, o regente da Anti\u00f3quia, em 1110, durante a Primeira Cruzada. Em 1142, a fortaleza foi repassada para a Ordem dos Hospital\u00e1rios, que construiu v\u00e1rias instala\u00e7\u00f5es de defesa, dando a forma atual do castelo. O local resistiu a v\u00e1rios ataques nos anos seguintes, um deles comandado por Saladino. A fortaleza s\u00f3 viria a ser conquistada em 1271 pelo sultanato do Egito. Baibars, o sult\u00e3o, permitiu que os defensores crist\u00e3os deixassem o Krak em paz ap\u00f3s a rendi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O castelo \u00e9 um dos mais bem preservados da regi\u00e3o, mas foi alvo de ataques durante o atual conflito entre o regime de Bashar Assad e grupos rebeldes, que usaram suas muralhas como esconderijo. Um dos grandes perigos \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do local \u00e9 sua proximidade a Homs, uma das cidades mais atingidas pela guerra civil.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Qal\u2019at Salah El-Din carrega as caracter\u00edsticas do povo bizantino que o construiu no s\u00e9culo X. Embora algumas de suas \u00e1reas estejam em ru\u00ednas, a fortaleza \u00e9 um patrim\u00f4nio hist\u00f3rico \u00fanico para a humanidade.<\/p>\n<p><strong>Saiba mais:<\/strong><strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/mundo\/exercito-sirio-conquista-famosa-fortaleza-do-tempo-das-cruzadas\" target=\"_blank\" rel=\"\">Ex\u00e9rcito s\u00edrio retoma famosa fortaleza do tempo das Cruzadas<\/a><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<h4>Monumentos hist\u00f3ricos amea\u00e7ados por guerras<\/h4>\n<h4><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/10\/01\/1317\/pe6Cx\/alx_mundo-lista-patrimonios-ameacados-unesco-20140829-012_original.jpeg?1409345896\" alt=\"Minarete de Jam, Afeganist\u00e3o\" \/><\/h4>\n<\/div>\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Minarete de Jam, Afeganist\u00e3o<\/h3>\n<p>O minarete de Jam, de 65 metros de altura, \u00e9 uma das maravilhas arquitet\u00f4nicas do Afeganist\u00e3o. Mas corre o risco de desabar. O local j\u00e1 foi um destino tur\u00edstico bastante frequentado, mas hoje raramente \u00e9 visitado, por causa da <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/tema\/afeganistao-guerra-sem-fim\" target=\"_blank\" rel=\"\">falta de seguran\u00e7a no pa\u00eds<\/a><\/strong>, que tamb\u00e9m impede sua preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde que foi erguido, em 1194, o minarete n\u00e3o foi submetido a nenhum trabalho de restaura\u00e7\u00e3o. Por estar localizado no vale de um rio, cercado de altas montanhas na prov\u00edncia de Ghor, no centro do pa\u00eds, o minarete fica exposto \u00e0 eros\u00e3o e tamb\u00e9m \u00e9 alvo de escava\u00e7\u00f5es ilegais. Nesta semana, membros do governo afirmaram \u00e0 rede BBC que um novo muro de apoio foi constru\u00eddo, mas que ele n\u00e3o \u00e9 suficiente para garantir a seguran\u00e7a da estrutura.<\/p>\n<\/div>\n<h4><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1130_0001_original.jpeg?1409345192\" alt=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Ashur, Iraque\" \/><span class=\"fig-number\">2 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: DeAgostini\/Getty Images)<\/span><\/h4>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1130_0001_original.jpeg?1409345192\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_1130_0001_original.jpeg?1409345192\" data-titulo=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Ashur, Iraque\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\"><\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Cidade arqueol\u00f3gica de Ashur, Iraque<\/h3>\n<p>Datada do terceiro mil\u00eanio antes de Cristo, a cidade arqueol\u00f3gica de Ashur est\u00e1 localizada \u00e0s margens do Rio Tigre, ao norte da antiga Mesopot\u00e2mia. Entre os s\u00e9culos XIV e IX antes de Cristo, Ashur foi a primeira capital do imp\u00e9rio ass\u00edrio, uma cidade-estado de extrema relev\u00e2ncia. Tamb\u00e9m serviu como a capital religiosa dos ass\u00edrios, associada ao deus que levava seu nome. Destru\u00edda pelos babil\u00f4nios, Ashur foi reconstru\u00edda durante o per\u00edodo em que o imp\u00e9rio Parta dominou a regi\u00e3o, entre os s\u00e9culos I e II depois de Cristo.<\/p>\n<\/div>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0276_0019-500-335-20130121174517_original.jpeg?1409345260\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_0276_0019-500-335-20130121174517_original.jpeg?1409345260\" data-titulo=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Samarra, Iraque\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0276_0019-500-335-20130121174517_original.jpeg?1409345260\" alt=\"Cidade arqueol\u00f3gica de Samarra, Iraque\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">3 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: Maya Alleruzzo\/AP)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Cidade arqueol\u00f3gica de Samarra, Iraque<\/h3>\n<p>O cidade arqueol\u00f3gica de Samarra engloba os resqu\u00edcios do que era a capital do poderoso califado isl\u00e2mico de Ab\u00e1ssida, cuja extens\u00e3o ia da Tun\u00edsia at\u00e9 a \u00c1sia Central. Localizada nas duas margens do Rio Tigre e a 130 quil\u00f4metros de Bagd\u00e1, o tem extens\u00e3o de mais de 41 quil\u00f4metros e uma largura que varia de oito a quatro quil\u00f4metros, segundo a Unesco.<\/p>\n<p>Mesmo com 80% da cidade sem ter sido escavada, arqu\u00f3logos a consideram um exemplo \u00fanico das inova\u00e7\u00f5es arquit\u00eatonicas e art\u00edsticas que se espalharam pela regi\u00e3o. A mesquita em forma de pir\u00e2mide data do per\u00edodo em que a cidade era a capital do Califado de Bagd\u00e1, entre 836 e 892.<\/p>\n<p>Desde a invas\u00e3o do Iraque em 2003, a cidade arquol\u00f3gica foi ocupada por for\u00e7as multinacionais que a usaram como um teatro para opera\u00e7\u00f5es militares. Samarra tamb\u00e9m sofre com a falta de trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o e restauro.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0119_0001_original.jpeg?1409345336\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_0119_0001_original.jpeg?1409345336\" data-titulo=\"Timbuktu, Mali\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0119_0001_original.jpeg?1409345336\" alt=\"Timbuktu, Mali\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">4 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: Michele Alfieri\/Getty Images)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Timbuktu, Mali<\/h3>\n<p>Timbuktu, no limite do deserto do Saara, foi um centro de ensino isl\u00e2mico entre os s\u00e9culos XIII e XVII, per\u00edodo em que abrigou a prestigiada Universidade Koranic Sankore e outras <em>madrasas<\/em>, ou escolas religiosas. Os atrativos da cidade arqueol\u00f3gica s\u00e3o as tr\u00eas grandes mesquitas constru\u00eddas nos tempos de gl\u00f3ria da regi\u00e3o: Djingareyber, Sankore e Sidi Yahia. A riqueza local ajudou em grande parte a atrair para a \u00c1frica toda sorte de exploradores e conquistadores.<\/p>\n<p>O principal risco aos monumentos de Timbuktu \u00e9 o fen\u00f4meno da desertifica\u00e7\u00e3o. O local tamb\u00e9m foi tomado por grupos fundamentalistas isl\u00e2micos ap\u00f3s o <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/eua-suspendem-ajuda-ao-mali-apos-golpe-de-estado\" target=\"_blank\" rel=\"\">golpe de Estado<\/a><\/strong> que derrubou o governo do Mali em 2012. Com os riscos \u00e0 seguran\u00e7a, os trabalhos de manuten\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o foram suspensos. Segundo a Unesco, nove dos dezesseis mausol\u00e9us do s\u00edtio arqueol\u00f3gico foram destru\u00eddos, assim como dois mausol\u00e9us pertencentes \u00e0 mesquita de Djingareyber. A porta da mesquita de Sidi Yahia tamb\u00e9m foi derrubada.<\/p>\n<\/div>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1139_0015-500-375-20130719154144_original.jpeg?1409345472\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_1139_0015-500-375-20130719154144_original.jpeg?1409345472\" data-titulo=\"T\u00famulo de Askia, Mali\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1139_0015-500-375-20130719154144_original.jpeg?1409345472\" alt=\"T\u00famulo de Askia, Mali\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">5 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: Pascal Guyot\/AFP)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>T\u00famulo de Askia, Mali<\/h3>\n<p>A estrutura piramidal de 17 metros de altura constru\u00edda em 1495 guarda os restos do imperador Mohamed Askia, l\u00edder do imp\u00e9rio de Songhai, que floresceu nos s\u00e9culos XV e XVI, apoiado em grande parte no com\u00e9rcio de ouro e sal. O monumento tamb\u00e9m evidencia a tradi\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es de barro da regi\u00e3o do Sahel &#8211; a faixa de terra que se interp\u00f5e entre o deserto magrebino (o Saara) e o sul equatorial.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da tumba, o complexo inclui ainda duas mesquitas de telhado plano, o cemit\u00e9rio da mesquita, e um anfiteatro a c\u00e9u aberto, constru\u00eddos quando o imperador voltou de Meca e fez do Isl\u00e3 o religi\u00e3o oficial do imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>A amea\u00e7a \u00e0 Tumba de Askia est\u00e1 concentrada no conflito armado que sucedeu o <a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/a-expansao-do-perigo-jihadista-na-africa\" target=\"_blank\" rel=\"\"><strong>golpe de estado<\/strong><\/a> de mar\u00e7o de 2012. Em junho do mesmo ano, o pa\u00eds pediu \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas que reconhecessem a amea\u00e7a aos locais hist\u00f3ricos, pedido que foi acatado com a inclus\u00e3o de Timbuktu e do T\u00famulo de Askia na lista de monumentos amea\u00e7ados.<\/p>\n<p>A instabilidade no pa\u00eds fez com que equipes especializadas na restaura\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o deixassem a regi\u00e3o, o que tamb\u00e9m deixa os monumentos sob risco de desabamento.<\/p>\n<\/div>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0548\/pe6Cx\/imagens-do-dia-20140709-006-original.jpeg?1404910866\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0548\/pNJcp\/imagens-do-dia-20140709-006-original.jpeg?1404910866\" data-titulo=\"Centro hist\u00f3rico de Aleppo, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0548\/pe6Cx\/imagens-do-dia-20140709-006-original.jpeg?1404910866\" alt=\"Centro hist\u00f3rico de Aleppo, S\u00edria\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">6 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: Hamid Khatib\/Reuters\/VEJA)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Centro hist\u00f3rico de Aleppo, S\u00edria<\/h3>\n<p>Ponto de parada das rotas comerciais no segundo mil\u00eanio antes de Cristo, Aleppo foi sucessivamente dominada por hititas, ass\u00edrios, \u00e1rabes, mong\u00f3is, otomanos. A cidadela do s\u00e9culo XIII e a Grande Mesquita do s\u00e9culo XII s\u00e3o dois dos principais pontos da cidade, uma das mais atingidas pelo confronto que se arrasta h\u00e1 mais de tr\u00eas anos na S\u00edria.<\/p>\n<p>Alepo foi transformada no principal reduto de rebeldes contr\u00e1rios ao regime de Bashar Assad e alvo tornou-se alvo onstante de <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/sobe-para-364-o-numero-de-mortos-em-aleppo\" target=\"_blank\" rel=\"\">bombardeios<\/a><\/strong>. O mercado medieval foi completamente destru\u00eddo pelo conflito armado. N\u00e3o se sabe exatamente qual \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o dos muitos monumentos da cidade.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0022_0033-500-336-20110808113715_original.jpeg?1409345645\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/alx_site_0022_0033-500-336-20110808113715_original.jpeg?1409345645\" data-titulo=\"Centro hist\u00f3rico de Bosra, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_0022_0033-500-336-20110808113715_original.jpeg?1409345645\" alt=\"Centro hist\u00f3rico de Bosra, S\u00edria\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">7 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: VEJA.com\/Getty Images)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Centro hist\u00f3rico de Bosra, S\u00edria<\/h3>\n<p>Bosra foi um importante ponto de parada na rota para Meca, a cidade sagrada dos mu\u00e7ulmanos. Um teatro romano do s\u00e9culo II, ru\u00ednas de uma bas\u00edlica do s\u00e9culo VI e v\u00e1rias mesquitas podem ser encontrados atr\u00e1s de suas muralhas da cidade.<\/p>\n<p>Entre as principais amea\u00e7as \u00e0 Bosra est\u00e3o a destrui\u00e7\u00e3o deliberada de monumentos e a constru\u00e7\u00e3o ilegal de edif\u00edcios nos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos.<\/p>\n<\/div>\n<ul class=\"animated\">\n<li class=\"galeria-multimidia-item\" data-tipo=\"imagem\" data-src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/umayyad-original.jpeg?1406752402\" data-thumb=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pNJcp\/umayyad-original.jpeg?1406752402\" data-titulo=\"Centro hist\u00f3rico de Damasco, S\u00edria\">\n<div class=\"galeria-multimidia-item-link\">\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/umayyad-original.jpeg?1406752402\" alt=\"Centro hist\u00f3rico de Damasco, S\u00edria\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">8 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: AMC\/AP)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Centro hist\u00f3rico de Damasco, S\u00edria<\/h3>\n<p>Fundada no terceiro mil\u00eanio antes de Cristo, Damasco \u00e9 uma das cidades mais antigas do Oriente M\u00e9dio, destaca a Unesco. Na Idade M\u00e9dia, a cidade era um pr\u00f3spero centro manufatureiro, especializado na produ\u00e7\u00e3o de espadas e bordados. A cidade velha de Damasco \u00e9 considerada uma das mais antigas localidades continuamente habitadas do mundo.<\/p>\n<p>A guerra civil s\u00edria, no entanto, deixou um rastro de destrui\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. A capital Damasco se tornou palco de incessantes conflitos armados entre for\u00e7as governistas leais ao ditador Bashar Assad e rebeldes opositores. Bombardeios perpetrados pelo Ex\u00e9rcito e atentados terroristas destru\u00edram diversos monumentos hist\u00f3ricos da cidade, <strong><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/noticia\/internacional\/minarete-de-famosa-mesquita-siria-e-destruida\" target=\"_blank\" rel=\"\">incluindo \u00e1reas da mesquita de Umayyad<\/a><\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/10\/0625\/pe6Cx\/alx_site_1229_0026-500-320-20110808122220_original.jpeg?1409345734\" alt=\"Krak des Chevaliers e Qal'at Salah El-Din, S\u00edria\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">9 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: VEJA.com\/Getty Images)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>Krak des Chevaliers e Qal&#8217;at Salah El-Din, S\u00edria<\/h3>\n<p>Originalmente constru\u00eddo em 1031 pelos emires de Alepo, o Krak foi conquistado pelo cavaleiro normando Tancredo, o regente da Anti\u00f3quia, em 1110, durante a Primeira Cruzada. Em 1142, a fortaleza foi repassada para a Ordem dos Hospital\u00e1rios, que construiu v\u00e1rias instala\u00e7\u00f5es de defesa, dando a forma atual do castelo. O local resistiu a v\u00e1rios ataques nos anos seguintes, um deles comandado por Saladino. A fortaleza s\u00f3 viria a ser conquistada em 1271 pelo sultanato do Egito. Baibars, o sult\u00e3o, permitiu que os defensores crist\u00e3os deixassem o Krak em paz ap\u00f3s a rendi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O castelo \u00e9 um dos mais bem preservados da regi\u00e3o, mas foi alvo de ataques durante o atual conflito entre o regime de Bashar Assad e grupos rebeldes, que usaram suas muralhas como esconderijo. Um dos grandes perigos \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do local \u00e9 sua proximidade a Homs, uma das cidades mais atingidas pela guerra civil.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Qal\u2019at Salah El-Din carrega as caracter\u00edsticas do povo bizantino que o construiu no s\u00e9culo X. Embora algumas de suas \u00e1reas estejam em ru\u00ednas, a fortaleza \u00e9 um patrim\u00f4nio hist\u00f3rico \u00fanico para a humanidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"content-block\">\n<figure><img decoding=\"async\" class=\"galeria-multimidia-midia galeria-multimidia-midia-loaded\" src=\"http:\/\/msalx.veja.abril.com.br\/2014\/08\/09\/0418\/pe6Cx\/conheca-o-pais-siria-20120318-12-original.jpeg?1402459986\" alt=\"S\u00edtio arqueol\u00f3gico de Palmira, S\u00edria\" \/><figcaption><span class=\"fig-number\">10 de 10<\/span><span class=\"cred-source\">(Foto: DEA\/C. SAPPA\/De Agostini\/Getty Images\/VEJA)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"image-caption\">\n<h3>S\u00edtio arqueol\u00f3gico de Palmira, S\u00edria<\/h3>\n<p>Em um texto publicado em abril deste ano, o jornal The New York Times ressaltou o risco das escava\u00e7\u00f5es ilegais para a localidade que fica a nordeste da capital Damasco. Palmira cont\u00e9m ru\u00ednas monumentais da importante cidade que existiu durante os s\u00e9culos I e II, quando foi um importante centro cultural. Os danos provocados pelo atual conflito armado parecem ter sido menores do que o imaginado, apesar de o acesso de especialistas ao local seja restrito.<\/p>\n<p>\u201cTemplos t\u00eam resistido h\u00e1 milh\u00f5es de anos em Palmira, e habita\u00e7\u00f5es humanas remontam h\u00e1 um per\u00edodo ainda mais distante. Sucessivas civiliza\u00e7\u00f5es incluem o breve dom\u00ednio da rainha Zen\u00f3bia, no s\u00e9culo III, que se revoltou contra os Romanos. Muitos moradores, incluindo mu\u00e7ulmanos, veem esta hist\u00f3ria como uma continua\u00e7\u00e3o de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria\u201d, relatou o NYT sobre a import\u00e2ncia do s\u00edtio arqueol\u00f3gico.<\/p>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p><strong>V\u00eddeo Mundo Livre: Tesouro em perigo no Oriente M\u00e9dio<\/strong><\/p>\n<div id=\"veja_6019\" class=\"ubber-video\" data-brand=\"veja\" data-ubbervideo=\"true\" data-playerhash=\"3f9381a3f4814468171e7cafca8357ea\" data-mediaid=\"bdead178649fc1efd12c7a13e14d06d4\" data-provedor=\"sambatech\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/fast.player.liquidplatform.com\/pApiv2\/embed\/3f9381a3f4814468171e7cafca8357ea\/bdead178649fc1efd12c7a13e14d06d4?jsApi=true&amp;enableShare=false&amp;autoStart=false&amp;wideScreen=true&amp;ad_program=%5Bhttp%3A%2F%2Fpubads.g.doubleclick.net%2Fgampad%2Fads%3Fenv%3Dvp%26gdfp_req%3D1%26impl%3Ds%26output%3Dxml_vast2%26unviewed_position_start%3D1%26iu%3D%2F9287%2Fveja%2Fmundo%26sz%3D640x360%26url%3Dhttp%3A%2F%2Fveja.abril.com.br%2Fnoticia%2Fmundo%2Festado-islamico-toma-cidade-historica-de-palmira-na-siria%26cust_params%3Dkeywords%253Dbashar%2520assad%252Csiria%252Cestado%2520islamico%2520do%2520iraque%2520e%2520do%2520levante%2520(eiil)%252Cterrorismo%2526editorias%253Dmundo%2526categorias_abril%253Dregiao%2520geografica%252Cregiao%2520geografica%253A%253Apais%2526rotulos_controlados%253Doriente%2520medio%2526nvg_gender%253D1%2526nvg_age%253D5%2526nvg_education%253D2%2526nvg_marital%253D1%2526nvg_income%253D1%2526nvg_city%253D1000059%2526nvg_region%253D5%2526nvg_country%253DBR%2526nvg_cluster%253D41%2526nvg_interest%253D116%252C95%252C96%252C101%252C3%252C61%252C15%252C8%252C18%2526correlator%3D20155214%23pre-roll%5D#http%3A%2F%2Fveja.abril.com.br%2Fnoticia%2Fmundo%2Festado-islamico-toma-cidade-historica-de-palmira-na-siria\" name=\"bdead178649fc1efd12c7a13e14d06d4\" width=\"100%\" height=\"100%\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em um texto publicado em abril deste ano, o jornal The New York Times ressaltou o risco das esca<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":61570,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[327],"tags":[],"class_list":["post-61569","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-multimidia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/palmira.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61569","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61569"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61569\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}