{"id":62017,"date":"2015-05-23T09:03:20","date_gmt":"2015-05-23T12:03:20","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=62017"},"modified":"2015-05-23T09:03:20","modified_gmt":"2015-05-23T12:03:20","slug":"pernambuco-e-o-estado-que-mais-perdeu-empregos-em-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/pernambuco-e-o-estado-que-mais-perdeu-empregos-em-abril\/","title":{"rendered":"Pernambuco \u00e9 o estado que mais perdeu empregos em abril"},"content":{"rendered":"<div class=\"manchete padrao1\">\n<h1><\/h1>\n<\/div>\n<div id=\"0\" class=\"conteudo\">\n<div class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"bordaimg imgnoticia\" title=\"Informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados \/ Foto:Reprodu\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/imagens2.ne10.uol.com.br\/ne10\/imagem\/noticia\/2015\/05\/22\/normal\/76229187ae76cb41ee53a408824327e8.jpg\" alt=\"Informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados \/ Foto:Reprodu\u00e7\u00e3o\" width=\"620\" height=\"372\" \/>Informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados<em>Foto:Reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p>Os maiores recuos de vagas de empregos no m\u00eas de abril foram registrados em Pernambuco (perda de 20.154 vagas) e Alagoas (queda de 13.269 postos de trabalho), de acordo com informa\u00e7\u00f5es divulgadas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Segundo o Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE), a queda nesses estados foi puxada pelo setor de produtos aliment\u00edcios em atividades ligadas ao ramo de fabrica\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar em estado bruto no Recife. Os estados v\u00eam seguidos do Rio de Janeiro, com queda de 12.599 vagas, resultante dos setores de servi\u00e7os e ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o. J\u00e1 em S\u00e3o Paulo, que teve queda de 11.076 postos, o decr\u00e9scimo foi puxado pelo com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Os estados que elevaram a quantidade de empregos formais foram Goi\u00e1s, com aumento de 2.285 postos, seguido do Distrito Federal (1.053), Piau\u00ed (612), Mato Grosso do Sul (369) e Acre (95). De acordo com o Caged, o m\u00eas de abril registrou redu\u00e7\u00e3o de 97.828 postos de trabalho com carteira assinada em todo o pa\u00eds. O n\u00famero representa uma queda de 0,24% com rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. No per\u00edodo, ocorreram 1.527.681 admiss\u00f5es e 1.625.509 desligamentos. Os n\u00fameros do Caged foram divulgados nesta sexta-feira (22). Nos \u00faltimos 12 meses a redu\u00e7\u00e3o de postos de trabalho foi 0,64% e o acumulado do ano foi menos 0,33%, o que representa 137.004 postos a menos.<\/p>\n<p>\u201cA nossa expectativa \u00e9 que, at\u00e9 o m\u00eas de junho, possamos retornar o processo de gera\u00e7\u00e3o de novos postos de trabalho. A economia brasileira atingiu um desenvolvimento de tal monta que ela est\u00e1 a\u00ed, vigorosa. Nos preocupa esse momento e o governo, pelas medidas que toma, vai retomar esse processo\u201d, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, durante a divulga\u00e7\u00e3o dos dados em Florian\u00f3polis (SC).<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao que pode ter causado a queda do m\u00eas, a maior registrada entre 2003 e 2015 para o m\u00eas de abril, o ministro disse que o pa\u00eds passa por um momento de crise pol\u00edtica em que h\u00e1 um discurso radical no sentido de criar uma situa\u00e7\u00e3o adversa. \u201cIsso causa efeitos na economia. Pessoas deixam de adquirir um bem de consumo, um carro, um apartamento ou um empres\u00e1rio deixa empreender, e isso, claro, prejudica o desenvolvimento da economia\u201d. O ministro ressaltou a cria\u00e7\u00e3o de empregos e o aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo gerando renda familiar, mas lembrou que o per\u00edodo de estagna\u00e7\u00e3o reduz o poder de compra que foi constru\u00eddo. \u201cIsso tudo cria uma certa apreens\u00e3o, mas que\u00a0 ser\u00e1 superada na medida em que a popula\u00e7\u00e3o entenda que n\u00e3o h\u00e1 nenhum risco que o Brasil venha a regredir\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o minist\u00e9rio, a redu\u00e7\u00e3o de vagas nas nove \u00e1reas metropolitanas foi 0,38%. Em n\u00fameros absolutos, isso representa uma perda de 63.307 empregos formais. Na an\u00e1lise das regi\u00f5es, o Centro-Oeste, gerou 421 postos. O Nordeste foi a regi\u00e3o que registrou a maior queda: foram 44.477 postos a menos.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise dos setores, a queda no n\u00famero de emprego na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o foi resultado da diminui\u00e7\u00e3o de vagas em dez dos 12 segmentos que integram a \u00e1rea. O setor teve a maior queda em n\u00fameros absolutos, com redu\u00e7\u00e3o de 53.850 postos de trabalho formais, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 0,65% com rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas passado. A ind\u00fastria de produtos aliment\u00edcios, mec\u00e2nica, material de transporte e metal\u00fargica foram as que registraram n\u00fameros negativos. No setor de servi\u00e7os, as principais redu\u00e7\u00f5es foram nos ramos de servi\u00e7os de com\u00e9rcio e administra\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis, servi\u00e7os de alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o e institui\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p>Dos oito setores analisados pelo minist\u00e9rio, a agricultura foi onde houve registro de expans\u00e3o no n\u00famero de empregos com carteira assinada.\u00a0 Foram mais de 8.400 postos registrados o que representa um aumento de 0,55%. O crescimento, segundo o Caged, ocorreu em fun\u00e7\u00e3o do bom desempenho de atividades ligadas ao cultivo de caf\u00e9, atividades de apoio \u00e0 agricultura e de cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar.<\/p><\/div>\n<div class=\"conteudo\">Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dos oito setores analisados pelo minist\u00e9rio, a agricultura foi onde houve registro de expans\u00e3o no n\u00famero de empregos com carteira assinada.  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