{"id":72677,"date":"2015-07-20T00:49:41","date_gmt":"2015-07-20T03:49:41","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopopular.net\/jornal\/?p=72677"},"modified":"2015-07-20T00:49:41","modified_gmt":"2015-07-20T03:49:41","slug":"nos-poroes-de-maduro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/nos-poroes-de-maduro\/","title":{"rendered":"Nos por\u00f5es de Maduro"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"head-materia\">\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><\/h1>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Livro traz relatos de estudantes que sofreram abusos e tortura nas pris\u00f5es venezuelanas: veja casos retratados<\/h2>\n<div class=\"meta\" style=\"text-align: justify;\">POR <span class=\"autor\">JANA\u00cdNA FIGUEIREDO<\/span><\/div>\n<div class=\"meta\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"large-16 columns\">\n<div class=\"corpo novo large-16 columns\">\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837159-e61-57f\/FT1086A\/420\/2015-833594122-clider-martinez-2.jpg_20150716.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Clider Mart\u00ednez<b> &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"arroba publicidade clearfix\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"publicidade-container robots-nocontent robots-noindex\">\n<p>O que at\u00e9 agora eram n\u00fameros e estat\u00edsticas de ONGs de defesa dos direitos humanos, tornou-se uma hist\u00f3ria humana e real. Detalhes in\u00e9ditos da viol\u00eancia policial e militar exercida pelo governo do presidente venezuelano, Nicol\u00e1s Maduro, contra manifestantes nos primeiros meses do ano passado foram revelados no livro &#8220;Testemunhos da repress\u00e3o&#8221;, escrito pelo jornalista Carlos Javier Arencibia e lan\u00e7ado este m\u00eas na Venezuela. Al\u00e9m de saber que em 2014 o governo chavista prendeu 3.765 pessoas, de acordo com dados da ONG Foro Penal, em meio a grav\u00edssimas den\u00fancias de viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos, agora os venezuelanos conhecem, tamb\u00e9m, o rosto da tortura. Arencibia entrevistou 16 jovens que foram detidos durante a onda de protestos contra Maduro, dos quais dois continuam presos. Todos afirmaram ter sido v\u00edtimas da viol\u00eancia descontrolada de agentes da Pol\u00edcia Nacional Bolivariana (PNB), Guarda Nacional Bolivariana (GNB) e do Servi\u00e7o Bolivariano de Intelig\u00eancia (Sebin).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos relatos mais aterradores \u00e9 o de Juan Manuel Carrasco, de 21 anos, um estudante da cidade de Valencia, no estado Carabobo. Como muitos outros jovens, Juan Manuel decidiu sair \u00e0s ruas para &#8220;resistir&#8221; aos ataques do governo Maduro contra seus opositores. O estudante confessou ter sido estuprado com um fuzil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Voc\u00ea ainda v\u00ea nos olhos de Juan Manuel a dor, como se ele fosse estuprado todos os dias &#8211; disse Arencibia. &#8211; O livro \u00e9 uma homenagem aos 49 mortos do ano passado e a todos os jovens que tiveram a valentia de defender a necessidade de uma mudan\u00e7a democr\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O jornalista tamb\u00e9m acredita que &#8220;Testemunhos da repress\u00e3o&#8221; ajudar\u00e1, no futuro, a julgar os culpados pelas grav\u00edssimas viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos cometidas pelo governo Maduro.<\/p>\n<p><center class=\"ebz_native_center\"><\/p>\n<div><\/div>\n<div id=\"ebzNative\"><\/div>\n<p><\/center>Atualmente, estima-se que haja ao menos 76 presos pol\u00edticos no pa\u00eds. Organismos internacionais, entre eles o Comit\u00ea de Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Unidas, continuam questionando abusos cometidos pelo Estado venezuelano. M\u00eas passado, o comit\u00ea da ONU discutiu o caso venezuelano e v\u00e1rios de seus membros criticaram o tratamento a presos pol\u00edticos, entre eles ju\u00edzes e dirigentes pol\u00edticos de peso. O perfil repressor de Maduro tamb\u00e9m foi condenado por organiza\u00e7\u00f5es como Anistia Internacional e Human Rights Watch, entre muitas outras. ONGs venezuelanas como Foro Penal e Espa\u00e7o P\u00fablico v\u00eam pedindo, h\u00e1 tempo, que o Pal\u00e1cio Miraflores autorize a visita de uma miss\u00e3o da ONU para verificar a situa\u00e7\u00e3o dos presos pol\u00edticos. Mas o governo Maduro insiste em fechar essa porta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Arencibia, que no ano passado participou das chamadas &#8220;pra\u00e7as da resist\u00eancia&#8221; (grupos de jovens que acampavam em pra\u00e7as como forma de protesto), a repress\u00e3o n\u00e3o terminou. O jornalista assegurou que presos pol\u00edticos como o l\u00edder do partido Vontade Popular, Leopoldo L\u00f3pez, e o prefeito cassado de San Crist\u00f3bal, Daniel Ceballos, &#8220;s\u00e3o torturados permanentemente&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Leopoldo e Ceballos s\u00e3o surrados, maltratados f\u00edsica e psicologicamente. Alguns dos jovens que ainda est\u00e3o presos passam semanas sem ver a luz do sol. Est\u00e3o em por\u00f5es, doentes e tamb\u00e9m s\u00e3o torturados &#8211; conta o autor do livro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos que continua preso \u00e9 Ra\u00fal Emilio Baduel, filho do general reformado Ra\u00fal Isaias Baduel, um ex-aliado de Ch\u00e1vez, que rompeu com o governo em 2007 e em 2009 foi preso, acusado de corrup\u00e7\u00e3o quando era ministro da Defesa. Ra\u00fal Emilio foi detido na cidade de Maracay, junto com Alexander Tirado, que tamb\u00e9m continua atr\u00e1s das grades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Eles estavam participando de uma manifesta\u00e7\u00e3o pac\u00edfica. A resolu\u00e7\u00e3o judicial diz que foram presos porque tinham em suas m\u00e3os objetivos de interesse criminal\u00edstico, neste caso, um megafone &#8211; contou Arencibia, que teve contato com ambos estudantes, numa das sedes do Sebin.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o jornalista, ambos sofreram uma das piores viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos. Os policiais cobriram seus rostos e atiraram inseticida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; S\u00e3o torturas do n\u00edvel das praticadas pelas ditaduras das d\u00e9cadas de 70 e 80. No caso de Ra\u00fal Emilio, est\u00e1 claro que \u00e9 uma pris\u00e3o pol\u00edtica, uma vingan\u00e7a por ser filho de Baduel &#8211; assegurou o autor do livro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro dos casos que comoveu Arencibia foi o de Marvinia Jim\u00e9nez, que passou somente tr\u00eas dias na pris\u00e3o, mas, segundo o autor, &#8220;foi surrada com extrema viol\u00eancia&#8221;. Marvinia sofre uma doen\u00e7a em seus ossos e, mesmo sabendo isso, agentes da PNB e da GNB chegaram a bater nela com um capacete, revelou o livro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Marvinia mentiu e disse que estava gr\u00e1vida, na tentativa de escapar da viol\u00eancia, mas os agentes, at\u00e9 mesmo mulheres, a maltrataram ainda mais e chegaram a dizer que gra\u00e7as a Deus ela perderia o beb\u00ea &#8211; disse Arencibia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Semana passada, o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, referiu-se ao livro em seu programa semana de TV como uma fic\u00e7\u00e3o da oposi\u00e7\u00e3o, &#8220;uma esp\u00e9cie de conto de terror&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja abaixo casos retratados no livro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira v\u00edtima fatal da repress\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bassil da Costa<\/p>\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837156-78b-61b\/FT1086A\/420\/2015-833594168-protestas-en-venezuela-muerte-de-bassil-da-costa-001.jpg_2015.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Bassil da Costa<b> &#8211; Fotos de reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEste jovem carpinteiro de Guatire participou de sua primeira manifesta\u00e7\u00e3o e, sem planejar, se converteu no estopim e imagem de uma rebeli\u00e3o democr\u00e1tica protagonizada por um povo que o sentiu como filho de todas as suas m\u00e3es. At\u00e9 os mais fortes choraram ao ver o v\u00eddeo de seu tr\u00e1gico assassinato. A impot\u00eancia se transformou em valentia para sair e defender a causa dos jovens e estudantes por uma mudan\u00e7a pol\u00edtica definitiva na Venezuela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recebeu um tiro na parte de tr\u00e1s da cabe\u00e7a enquanto fugia da covarde arremetida a disparos de funcion\u00e1rios do Servi\u00e7o Bolivariano de Intelig\u00eancia Nacional (Sebin) contra ele e centenas de manifestantes indefesos. Caiu morto no ato. Isso n\u00e3o deteve a solidariedade de seus companheiros para levant\u00e1-lo e lev\u00e1-lo em uma moto ao hospital mais pr\u00f3ximo com esperan\u00e7a de salvar sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dia antes,colocou em sua conta do Facebook: \u2018Bem, senhores, este que est\u00e1 aqui marchar\u00e1 amanh\u00e3 sem medo de nada com a esperan\u00e7a de encontrar um futuro melhor\u2019.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Viola\u00e7\u00e3o com cano de fuzil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juan Manuel Carrasco<\/p>\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837157-095-e2a\/FT1086A\/420\/2015-833594161-juan-manuel-carrasco.jpg_20150716.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Juan Manuel Carrasco<b> &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTr\u00eas guardas nacionais jogaram futebol com eles como bola. Colocaram-nos sentados para chutar as suas costas e gritar efusivamente &#8220;gol&#8221;. Depois veio o pior. Juan Manuel \u00e9 afastado do grupo. Algemado no estacionamento, abaixam sua cal\u00e7a e metem no seu \u00e2nus o cano de um fuzil. Imediatamente come\u00e7a a sangrar e desmaia. \u00c9 preciso ser valente para denunciar um ato de estupro. Muito mais depois de 55 horas de tortura. Mas ele o faz.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falas de Ch\u00e1vez a todo volume<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Betania Farrera<\/p>\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837158-516-790\/FT1086A\/420\/2015-833594114-betania-farrera.jpg_20150716.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Betania Farrera<b> &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA repress\u00e3o interna se agudiza. \u00c0s 4h da manh\u00e3 p\u00f5em pronunciamentos do defunto presidente Hugo Ch\u00e1vez a um volume alt\u00edssimo, tanto que chega a ser denunciado por vizinhos do pres\u00eddio. As revistas pessoais se tornam constantes: tr\u00eas vezes ao dia. Desnudar-se e abrir as pernas \u00e9 parte do cotidiano. Betania pede permiss\u00e3o para ir ao banheiro, mas n\u00e3o deixam e ela urina. Como castigo, recebe pancadas em todo o corpo com um porrete forrado de borracha para evitar hematomas.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cela com 22 presos comuns<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cl\u00edder Mart\u00ednez<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAssaltantes, sequestradores, assassinos e estelionat\u00e1rios dividem a cela com o estudante do quinto ano de bacharelado. Vinte e dois presos comuns s\u00e3o sua companhia. Devem se distribuir em uma \u00e1rea de seis metros de comprimento por tr\u00eas de largura. Ser manifestante n\u00e3o lhe d\u00e1 tratamento privilegiado. Durante 63 dias, \u00e9 um preso comum. Se contrariar os \u2018chefes\u2019 da pris\u00e3o, ter\u00e1 que pagar. \u2018Te matam, ou voc\u00ea tem que recolher dejetos de outros presos\u2019, comenta.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agredida a golpes de capacete<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marvinia Jim\u00e9nez<\/p>\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837160-88a-b4c\/FT1086A\/420\/2015-833594138-marvinia-jimenez.jpg_20150716.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Marvinia Jim\u00e9nez<b> &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cUma oficial se aproxima sorridente: &#8220;Deixem ela comigo&#8221;. Monta em cima dela e bate no seu rosto. N\u00e3o diz nada, s\u00f3 ri. Marvinia est\u00e1 s\u00f3 e indefesa. O resto dos policiais incentivam a agressora. Tira o capacete e com prazer come\u00e7a a us\u00e1-lo para bater com toda a for\u00e7a na cara, cabe\u00e7a e nuca, uma e outra vez. N\u00e3o para de sorrir. Marvinia consegue tir\u00e1-la de cima com um chute no peito que a faz trope\u00e7ar e cair. Isso a enfurece, porque ela quebra uma unha.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Preso por ser filho de dissidente<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ra\u00fal Emilio Baduel<\/p>\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837161-ee4-81b\/FT1086A\/420\/2015-833594145-raul-emilio-baduel.jpg_20150716.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Raul Emilio Baduel<b> &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEm 22 de mar\u00e7o, \u00e9 capturado enquanto lidera uma marcha pac\u00edfica. O comiss\u00e1rio que o recebe no centro de deten\u00e7\u00e3o se dirige a Baduel por seu nome e sobrenome, seguido da categ\u00f3rica frase \u2018agora \u00e9 a sua vez\u2019, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pris\u00e3o de seu pai, que j\u00e1 estava h\u00e1 5 anos nas masmorras de Maduro. Os primeiros 22 dias s\u00e3o de isolamento. Recebem a comida quente na palma da m\u00e3o e s\u00e3o obrigados a jog\u00e1-la no ch\u00e3o para a comer. Torturas como essa fazem parte do seu cotidiano.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais de 50 dias sem luz do sol<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sairam Rivas<\/p>\n<div class=\"foto\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/og.infg.com.br\/in\/16837162-4f1-b84\/FT1086A\/420\/2015-833594130-sairam-rivas-1.jpeg_20150716.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"420\" \/><figcaption>Repress\u00e3o na Venezuela &#8211; Sairam Rivas<b> &#8211; Reprodu\u00e7\u00e3o<\/b><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA parte mais dura: o promotor pede pena privativa de liberdade. A justificativa: um morteiro e um informe do Sebin que diz que ela \u00e9 l\u00edder estudantil, foi a m\u00faltiplos protestos, deu entrevistas coletivas e instigou a viol\u00eancia. Ela s\u00f3 consegue rir. \u2018Essa \u00e9 a justi\u00e7a do meu pa\u00eds?\u2019, questionou. Era o primeiro de 55 dias que passaria sem ver o sol. Quando enfim sai, \u00e9 algemada e levada a um exame m\u00e9dico. P\u00e1lida, se pergunta quando deixar\u00e1 de estar s\u00e3 por passar por tantos maus-tratos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: O Globo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\nAtualmente, estima-se que haja ao menos 76 presos pol\u00edticos no pa\u00eds. Organismos internacionais, entre eles o Comit\u00ea de Direitos Humanos das Na\u00e7\u00f5es Un<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":72678,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[327],"tags":[],"class_list":["post-72677","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-multimidia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/poroes.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72677","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72677"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72677\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/72678"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72677"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72677"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acaopopular.net\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72677"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}