Modelo acusa ex-marido, ator, de ter mandado espancá-la

Hugo Gross é acusado pela ex-mulher Foto: Arquivo

RIO – A atriz e modelo Jéssica França Ferreira, de 24 anos, registrou queixa na polícia por agressão sofrida na madrugada de terça-feira dentro do condomínio onde morava com o ex-marido, o ator Hugo Gross, em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Ela acusou dois porteiros do prédio de serem os autores da série de agressões físicas que a deixaram com hematomas pelo corpo. Segundo ela, a sessão de golpes foi dada a mando de seu ex-marido.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 32ª DP (Taquara). Segundo a delegacia, “a atriz recebeu o encaminhamento para exame de corpo de delito bem como todas as garantias que a Lei Maria da Penha lhe confere. Procedimento policial foi instaurado para apurar as circunstâncias do crime.

Ao G1, Jéssica, que diz ter morado com Hugo Gross por dois anos, contou ter ido ao prédio buscar pertences após uma briga do casal. Segundo Jéssica, a agressão ocorreu após uma briga do casal. Na madrugada de terça-feira, ela teria ido buscar suas coisas no apartamento do ator, mas teria sido impedida de entrar pelos porteiros, que teriam dito que quem pediu para agredí-la foi Gross caso insistisse em entrar no apartamento.

A modelo teria pedido uma medida protetiva contra Hugo: proibição de aproximação da vítima, de seus familiares, testemunhas, tendo como limite mínimo entre eles 300 metros.

Ao portal G1, a modelo desabafou: “Fui buscar minhas roupas, sapatos, que o Hugo não quer me entregar. Um dos porteiros falou para o outro: ‘Pode meter a porrada e colocar para fora do condomínio’. Me bateram, me socaram, rasgaram minha roupa, me jogaram no chão, puxaram meu cabelo, e ainda abriram minhas pernas porque eu estava de saia”, explicou Jéssica, que teve hematomas por todo o corpo.

“Estou toda arrebentada, não quero mais isso para a minha vida”, disse, emocionada. A modelo conta ainda que já foi agredida diversas vezes por Hugo, mas que não havia feito registros na delegacia porque o amava e sempre perdoava.

“Toda briga boba ele me enforcava, puxava meu cabelo, batia na minha cara, me chamava de prostituta. Isso aconteceu muitas vezes. Minha filha de 5 anos, que tem epilepsia, tem pavor dele de tanto que ele já me agrediu na frente dela”, detalhou. As motivações para as agressões, segundo Jéssica, eram sempre por ciúmes.

“Eu era apaixonada por ele, mas tem hora que a gente cansa de apanhar. Omiti por amor. Mas daqui a pouco, ele me mata ou manda os capangas dele me matarem. Eu quero uma família, um lar, amor, harmonia”.

Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20571095#ixzz4RbOy4Ibp

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *