População de Juazeiro sofre com a falta de energia neste calor

Ação Popular (AP)
Desde o último domingo (04) que alguns bairros de Juazeiro vem sofrendo com a falta de energia. Na Rua Castro Alves e Quintino Bocaiuva, localizadas no centro da cidade, faltou energia no último domingo (04) as 16h e só restabeleceu na madrugada de segunda-feira (05). Os moradores ficaram agoniados devido ao calor e a quantidade de muriçocas que existem na cidade.
iluminação publica
“É complicado ficar sem energia e com este calor que estamos vivenciamos na cidade piora mais ainda. O carro da Coelba esteve no local depois que solicitamos, mas demoraram de descobrir o problema”, relatou a moradores Alzenir Xavier.
Já na noite de ontem (05), o problema voltou a prejudicar os moradores dos Bairros Alto da Maravilha e da Rua dos Eucaliptos. “Estamos sem energia aqui no bairro Alto da Maravilha desde ontem as 23h e já entramos em contato com a Coelba e eles informaram que só seria restabelecida no final desta manhã, isso é um absurdo. Aqui existem várias empresas e estão todos no prejuízos, além das empresas, tem gente que não dormiu sendo obrigadas a trabalharem no outro dia. Agora quando é na hora deles cobrarem a conta chega rapidinho”, disse o ouvinte Maurício Cavalcante durante a sua participação ao Programa Bastidores da Notícia, apresentado por Farnésio Silva.
Ele ainda pediu a colaboração dos vereadores da cidade para resolver a situação. “Atenção vereadores precisamos da ajuda de vocês, em breve vocês irão entrar de recesso e nada foi feito, só querem discutir quem vai ser o presidente, o aumento de seus salários é quem vem se ferrando com isso para dá vida boa a vocês”.
A reportagem do AP tem observado alguns pontos da cidade que estão as escuras a exemplo no trajeto entre o bairro de Piranga e a Rodoviária. Outro local é entre o bairro Castelo Branco e o contorno do bairro Lomanto Júnior. Esses são dois lugares são bastante movimentos e tem acontecido constantes assaltos, acidentes e prisões durante rondas policiais.
A Redação do Jornal tentou contato com a Coelba, mas não obteve êxito. Fica o espaço aberto para resposta.

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