Estudantes e moradores vão as ruas protestar contra transferência da faculdade de medicina; Delta volta a fazer campanha publicitária temerosa
Da Redação
Continua a polêmica sobre a construção das instalações do da Faculdade de Medicina, sob domínio da Universidade particular Estácio de Sá. Esta semana o membro do ‘Movimento a Faculdade é Nossa’, Jackson Reis, lançou uma nota pública solicitando providências por parte do poder público municipal, e condenando a transferência da construção do prédio no bairro João Paulo II para a área pertencente ao Delta Park.
“Outra questão que nos deixa indignados é que a faculdade poderá ser construída no loteamento Delta Park, logo após o presídio de Juazeiro. Um terreno sem infra estrutura adequada, com um solo rochoso, que sofre com inundações no período de chuvas e objeto de diversas ações na justiça pelos compradores dos lotes insatisfeitos com o descumprimento dos prazos”. lamentou Jackson.

Delta volta a fazer propaganda
Sabendo das novas oportunidades de mercado, a direção da Delta Park já iniciou uma nova campanha publicitária na cidade oferecendo seus lotes ao lado da área onde possivelmente seja construída as instalações da faculdade. Em junho de 2013, a própria Delta Park fez grande publicidade sobre o empreendimento vendendo aproximadamente 90% dos lotes obtendo um lucro estrondoso deixando milhares de pessoas no prejuízo, isso porque elas não tiveram condições de colocar um tijolo em seus terrenos porque o local não tinha infraestrutura e a justiça não permitia. Na Câmara, o vereador Allan Jones (PTC), levou a público o que teria obrigado a sua desistência do negócio por saber que teria entrado num blefe, juntamente com milhares de pessoas.
Movimento de rua
Por sua vez, na manhã desta quinta-feira (18), moradores e estudantes do bairro João Paulo II fizeram uma passeata com protesto na localidade referente a transferência da faculdade. Em um grupo virtual, criado pelos próprios moradores, houve um desentendimento aberto entre o médico/empresário Dalmir Pedra e pessoas que defendem a mobilização com protestos para que o antigo projeto seja executado no bairro. O estranho que antes o relacionamento do médico com essas pessoas aparentava ser afetuoso.






























