Remanso: Médicos cruzam os braços por atraso de salários, mas a sangria com o dinheiro público não para
Da Redação do Ação Popular (AP)
Nesta segunda-feira (22), os médicos da rede municipal em Remanso decidiram cruzar os braços devido ao atraso de salários. Segundo informações chegadas ao AP, eles estão com mais de três meses sem receberem salários e o prefeito Zé Filho (PSD) fazendo farras nas licitações com contratos milionários. Ainda assim, os coveiros são outros passando pelo mesmo problema juntamente com funcionários contratados sendo tratados como escravos.

Por outro lado, a sangria com o dinheiro público está estampada na prestação de contas do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) com empresas suspeitas prestando serviços ao município. De acordo informações do TCM, a Empresa MM Locações fez contrato com o município para prestação de serviços para o ano de 2017, no valor global de R$ 1.570,000,00 para execução de prestação de serviços de Limpeza e Manutenção Pública, mas o que se ver são ruas e avenidas escuras, cidade suja e povo sofrendo graves consequências. O mais estranho que a administração do prefeito Zé Filho fez uma licitação na modalidade dispensa.

A sangria com o dinheiro público em Remanso não tem limitações. Enquanto os funcionários contratados, inclusive médicos passam necessidades, ainda no ano de 2017, segundo o TCM, informa que a empresa Atlântico Transporte e Turismo LTDA, prestou serviços para o município no prazo de dez meses (março a dezembro), quando recebeu a bagatela global de R$ 4.902.671,00. Segundo informações levantadas pela reportagem do AP, durante aquele período, apenas os micro-ônibus amarelinhos do Governo Federal foram vistos circulando pelo município transportando alunos. Como se ver, numa condição como esta o dinheiro que chega aos cofres da prefeitura todos os meses jamais vai dar para para pagar salários a quem trabalhou.
Por outro lado, a população está sofrendo com o abandono e as inúmeras denuncias de escândalos que contaminaram o grupo comandado por Zé Filho. Hoje, mais da metade da população já anda pelas esquinas falando em arrependimento, e ainda aguardando mais outra ação do Ministério Público Estadual.


























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