Investigação de Flávio Bolsonaro e Queiroz pode mudar de mãos no STJ

O relator do caso, ministro Felix Fischer, foi submetido a cirurgia e pode não assumir funções logo no retorno do Judiciário, na próxima semana

Redação
Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil
Foto: Tania Rego/ Agencia Brasil

 

A investigação que tem como alvos o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e seu ex-assessor Fabrício Queiroz pode mudar de mãos no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Hoje sob os cuidados do ministro Felix Fischer, o caso pode passar para o ministro Jorge Mussi, ainda que temporariamente.

A informação é da coluna de Bela Megale, no jornal O Globo. O motivo da troca é o possível atraso do retorno de Fischer, após ser submetido a cirurgia na segunda-feira (27) por problemas intestinais. O ministro passa bem, mas ainda está na UTI. A previsão de alta é no sábado (1º), no entanto, seu retorno ao STJ pode atrasar.

Se o relator do processo tirar licença na próxima semana, quando são retomadas as atividades do Judiciário, o ministro Jorge Mussi assume as questões mais urgentes por ser o integrante mais antigo da Quinta Turma, da qual Fischer faz parte. Sendo assim, Mussi poderia também rever decisões do caso, como a concessão de prisão domiciliar a Queiroz e sua esposa, Márcia Aguiar, que estava foragida.

O benefício de prisão domiciliar foi concedido pelo presidente do STJ, ministro João Otávio Noronha.

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