Após absolvição anulada, Iuri Sheik faz desabafo polêmico: ‘Faria dez vezes de novo’
O influenciador confessou o ato e afirmou que faria novamente

Após a decisão do Tribunal de Justiça da Bahia que determinou um novo julgamento no caso da morte do empresário William Oliveira, Iuri Santos Abraão, conhecido como Iuri Sheik, influenciador que cometeu o crime e teve a absolvição anulada nesta quarta-feira (10), fez um pronunciamento duro e polêmico na web.
O influenciador confessou o ato e afirmou que faria novamente, se fosse preciso:
“Não tô aqui dizendo pra vocês que eu não matei, não. Eu matei, mas matei como homem. […] ‘Você faria de novo?’, se fosse possível, para defender minha vida, minha integridade física e da minha família, eu faria dez vezes de novo”, disparou.
No discurso, ele ainda defendeu que qualquer “cidadão de bem” teria o direito de se defender:
“Você pai de família tem direito de se defender também. Você não vai procurar nada [confusão] com ninguém, mas se alguém procurar com você, vir tentar contra a sua vida […] e puxar a arma para você, arraste e meta [sic] nele primeiro”, declarou.
Sheik também afirmou que, mesmo que a reação levasse à prisão, seria preferível enfrentar as consequências. “Nem que você tome sua cadeia e seja injusta, mas seja homem, não seja uma hiena, não. Seja um leão”, concluiu.
Relembre o caso
Iuri Sheik foi preso sob a acusação de homicídio qualificado do empresário William Oliveira. O crime ocorreu em junho de 2019, durante os festejos juninos na cidade de Santo Antônio de Jesus, interior da Bahia.
William foi morto a tiros após uma briga que, segundo a polícia, pode ter começado porque a vítima negou um aperto de mão ao influenciador. Dias após o ocorrido, Iuri foi preso e permaneceu detido por um ano e dois meses, até conseguir um habeas corpus e passar a responder em liberdade.

Em maio de 2025, ele foi a júri popular e acabou sendo absolvido da acusação, alegando legítima defesa em seu depoimento. No entanto, em decisão proferida nesta terça-feira (9), a Justiça da Bahia (TJ-BA) anulou a decisão, determinando um novo julgamento.


























