Segundo o depoimento formal, o caso aconteceu no dia 9 de abril. A estudante afirmou que percebeu um gosto estranho na água e, ao verificar o recipiente, encontrou uma substância esbranquiçada e gelatinosa na tampa. Outros alunos teriam confirmado a suspeita. Abalada, ela registrou imagens e procurou superiores após a instrução.
O episódio ganha ainda mais peso porque, um mês antes, a mesma turma já havia sido alvo de denúncias de assédio moral, sexual e ameaças. O caso foi analisado pela ouvidoria da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, mas acabou arquivado por falta de provas conclusivas.
Até agora, não há confirmação oficial sobre a autoria da suposta contaminação. No entanto, o caso levanta questionamentos sobre segurança, disciplina e fiscalização dentro da corporação, tradicionalmente reconhecida pelo rigor e pela hierarquia.




























