Contas que não bateram

Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que o líder do governo do Senado, Jaques Wagner (PT-BA), terá de prestar contas por ter desenhado cenário equivocado de votação para a indicação do ministro Jorge Messias. Às 13h15 de quarta-feira, Wagner previu a aprovação de Messias por 45 votos. À tarde, Lula chamou Wagner no Palácio da Alvorada para acompanhar uma agenda e o questionou sobre a situação de Messias no Senado. De volta ao Congresso, após o encontro com Lula, Jaques Wagner previa placar menor que o anterior, de 41 votos, o limite necessário para a aprovação, e relatou o diálogo com o presidente no qual o tranquilizou.

























