Do Blog do Magno Martins
Túlio Gadelha corre o risco de reproduzir um traço que marcou Jânio Quadros: a dificuldade de separar independência de incoerência. Em um momento se posiciona de um lado, no seguinte sinaliza para outro.
O problema não é pensar diferente, mas fazer da imprevisibilidade um método político. A crítica deixa de ser sobre personalidade e passa a ser sobre comportamento político: incoerência, volatilidade, personalismo e excesso de gestos contraditórios.

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