Deputado federal e pré-candidato ao Senado, Túlio Gadelha virou alvo de polêmica nos últimos dias após fazer dois movimentos em relação à chapa majoritária que terá a governadora à frente. Primeiro, foi divulgado que ele faria uma agenda ao lado do deputado federal e presidente da União Progressista em Pernambuco, Eduardo da Fonte, para anunciar a candidatura de ambos. Já hoje, apareceu tecendo comentários e sugerindo uma possível aliança com Miguel Coelho.
Vale lembrar que Miguel Coelho, além de ser um político de direita e ter sido aliado de Bolsonaro, embora posteriormente tenha rompido com ele, também defende pautas que costumam causar resistência em parte do eleitorado mais próximo de Túlio. Um exemplo é a discussão sobre a escala 6×1, da qual Miguel já se declarou claramente favorável à manutenção.
O que fica no ar é a dúvida: toda essa movimentação representa oportunismo político ou apenas incoerência? Até porque a articulação da chapa deveria estar sendo conduzida pela governadora, e não por ele, que, de repente, parece ter assumido não apenas o papel de porta-voz informal do governo, mas também o de articulador político da composição majoritária.
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