Técnica de enfermagem é flagrada tentando sair de maternidade com recém-nascida escondida em bolsa; veja vídeo
Funcionária disse que levaria a bebê para exames
Por Esther Morais

Técnica de enfermagem é flagrada tentando sair de maternidade com recém-nascida escondida em bolsa; veja Crédito: Reprodução / Fantástico
Uma técnica de enfermagem foi presa suspeita de tentar sequestrar uma recém-nascida ao escondê-la dentro de uma bolsa em uma maternidade de Teresina, no Piauí, no último dia 6. A ação foi registrada por câmeras de segurança e só foi interrompida porque a tia da bebê desconfiou da atitude da funcionária e conseguiu impedir que ela deixasse o hospital com a criança.
De acordo com as investigações, a mulher informou à mãe da recém-nascida, uma adolescente de 14 anos, que precisaria levar a bebê para realizar exames de rotina, como o teste do pezinho. Enquanto isso, a tia da criança decidiu aguardar do lado de fora da sala.
Poucos minutos depois, a técnica saiu do local carregando uma bolsa preta de grande porte e entrou em um banheiro. A movimentação chamou a atenção da familiar, que resolveu acompanhá-la.
Ao deixar o banheiro usando outra roupa, a funcionária foi abordada. A tia abriu a bolsa e encontrou a recém-nascida escondida no interior da bagagem.
“Quando puxei a bolsa, minha sobrinha estava lá dentro. Tirei a bebê imediatamente e comecei a pedir socorro”, disse a mulher ao programa Fantástico.
O diretor da maternidade afirmou que a unidade dispõe de controle de acesso, reconhecimento facial e protocolos de segurança, e negou falhas no sistema de proteção do hospital.
Após o caso, a Justiça decretou a prisão preventiva da técnica de enfermagem. Segundo a Polícia Civil, ela foi localizada em uma clínica psiquiátrica, onde havia sido internada pela família após a repercussão do episódio. Assim que recebeu alta médica, teve o mandado de prisão cumprido.
Durante as investigações, policiais encontraram um quarto preparado para receber um bebê na casa da suspeita, com berço, banheira, roupas e fraldas. Conforme a polícia, familiares acreditavam que ela estava grávida, embora não existissem exames que comprovassem a gestação.
Em nota, a defesa informou que a mulher apresenta sintomas esquizofrênicos, faz uso de medicamentos psiquiátricos e teria comprometimento para compreender a gravidade dos fatos.
























