Jerônimo rebate críticas da oposição sobre entregas: Nos responsabilizam pelo que não fazem

Governador defendeu o cronograma de suas principais bandeiras de gestão, como a Ponte Salvador-Itaparica

Otávio Queiroz / Gabriela Encinas
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

 

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), rebateu duramente as críticas da oposição nesta segunda-feira (13), após ser acusado pelo ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo do Estado, ACM Neto (União Brasil), de entregar obras inacabadas para se promover politicamente.

Em tom firme, Jerônimo defendeu o cronograma de suas principais bandeiras de gestão, como a Ponte Salvador-Itaparica, o VLT e o metrô, e acusou os adversários de tentarem criar palanque eleitoral com “espuma” política.

“É impressionante como as pessoas que não fazem acabam querendo trazer para a gente a responsabilidade”, disparou o governador. “Nós não estamos no prazo contratual de entregas, nós estamos antecipando entregas”.

Ao detalhar o andamento dos projetos mais cobrados pela oposição, Jerônimo rechaçou o argumento de que as inaugurações seriam meramente simbólicas.

Sobre a Ponte Salvador-Itaparica, ele explicou que o ato recente foi apenas o anúncio do canteiro com a primeira ação concreta, destacando que as frentes de trabalho em Maragojipe e Veracruz já estão acontecendo enquanto o governo soluciona pendências de licenças e planeja o fluxo de tráfego na capital.

No caso do VLT, o petista esclareceu que as movimentações atuais são viagens testes para a validação dos equipamentos e para que a população se familiarize com o modal.

Após blindar as ações do Estado, Jerônimo Rodrigues inverteu o polo da cobrança e mirou a gestão municipal de Salvador, liderada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil), aliado de ACM Neto. O governador afirmou que a capital espera que o município também faça as entregas prometidas.

“O que Salvador espera é que ele [Bruno Reis] possa também fazer as entregas prometidas, a limpeza da cidade, a entrega dos equipamentos de saúde como UBS, concluir o processo licitatório e ordem de serviço para que a construção da policlínica aconteça. O que eu espero é que ele possa trabalhar para que a capital não fique abandonada”, concluiu.

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