O sexteto do PSB que reagiu à fusão

Ala do PSB que era contrária à fusão com o PPS denunciou no final de semana a tentativa de “assassinato” do partido

A ala minoritária do PSB passou o final de semana comemorando o fracasso da fusão com o Partido Popular Socialista. O revés não significa em absoluto uma vitória do sexteto que divulgou um manifesto (“Proclamação aos militantes”) em que denuncia a tentativa de “assassinato” do partido. O grupo é formado pelo ex-presidente Roberto Amaral, os deputados federais Luíza Erundina (SP) e Glauber Braga (RJ), o ex-ministro da saúde José Gomes Temporão, o ex-deputado Vivaldo Barbosa (RJ) e o sindicalista Jailson Cardoso. Se alguém pode se julgar vencedor nessa contenda é o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que resolveu enfrentar o presidente Carlos Siqueira, e se deu bem. Carlinhos não teve peito para levar a fusão adiante, “passando por cima” de Pernambuco, e a fusão que era tida como certa acabou não se consumando. Até porque o PPS, na reta final, desinteressou-se pelo ajuntamento.

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