À memória dos torturadores

Repercutiu positivamente no Palácio do Planalto a notícia de que Assembleia Legislativa de São Paulo exibiu o filme “1964, o Brasil entre armas e livros”. Trata-se de uma exaltação à memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do Destacamento de Operações de Informações (DOI) do antigo II Exército (SP) e do delegado Sérgio Fleury, que comandou nos “anos de chumbo” o então Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) da Polícia Civil de São Paulo. Ustra, ídolo de Bolsonaro e “terror de Dilma Rousseff”, segundo o atual presidente, foi reconhecido pela Justiça como “torturador”. Quem primeiro fez a denúncia foi a atriz e então deputada Beth Mendes (PT-SP), que o reconheceu numa visita oficial que fez à Argentina.























