A votação do projeto que altera a dosimetria de penas, aprovada na madrugada desta terça-feira (10) na Câmara dos Deputados, foi destravada após um acordão articulado em torno da possível retirada da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. No domingo (7), o senador declarou publicamente que sua candidatura tinha “um preço” e poderia ser retirada mediante contrapartida, sinalizando disposição para negociar. Na noite seguinte (8), Flávio recebeu parlamentares em um jantar em sua residência, encontro que antecedeu a reabertura das discussões sobre o texto.
Segundo bastidor revelado por Júlia Duailibi no Jornal da Globo, a dosimetria, que estava parada e não era prioridade nem mesmo para aliados de Jair Bolsonaro, cujo foco seguia sendo a anistia ampla, voltou à pauta como alternativa apresentada por Flávio nas negociações. O movimento reordenou posições dentro do Centrão, interessado em viabilizar o nome de Tarcísio de Freitas para 2026. Assista:


























