Arranca rabo durante sessão na Câmara de Petrolina entre dois vereadores
Ação Popular (AP)
Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Petrolina ontem (24), houve muita confusão, bate boca, troca de acusações, entre os vereadores Pérsio Antunes (PV) e Cristina Costa (PT). O motivo se deu por conta que na pauta estava previsto a votação do projeto do vereador Pedro Filipe (PSL) que concedia medalha de honra à Pérsio pelos seus serviços prestados a Petrolina na área de saúde como médico, ginecologista e obstetra.
No momento da votação, a vereadora Costa se retirou do plenário e o vereador Geraldo da Acerola (PT) disse que também não votaria no projeto por conta que Pérsio não foi a favor do seu.
Pérsio se sentiu ofendido e disparou contra os vereadores. “Eu não preciso que seja feito argumentos para me dar medalha, o problema é de que quando você é legalista e vai contra os princípios de uma quadrilha de um partido que estão presos por roubos e assalto a cofres públicos as pessoas ficam contra você, nunca fui contra a nenhum dos dois vereadores, não levo nada para o lado pessoal e digo que não preciso de medalha votada pelo povo do PT, para mim isso é um nojo, tenho vontade de vomitar pelo povo do PT”, disparou.

Por sua vez, Cristina rebateu e fez sérias acusações. “Me orgulho em fazer parte do PT, meu partido em alta ou em baixo sou mulher suficiente para debater, não saio pulando de partido para partido para garantir projeção pessoal. Respeito a honraria que o vereador Pedro fez e me retirei na hora da votação, estou tranquila e não sou incoerente, eu tenho respeito e moral e não é a toa que eu fui reeleita, agora não vou dar honraria em quem não tem acredito e honra para receber esta medalha”, disparou. Mesmo sendo mulher, ela não mediu as palavras e fez uma acusação altamente grave. “Quadrilha o senhor pode ter no seu gabinete – fomos pegar um empréstimo na Caixa Econômica Federal e estamos proibidos porque você não pagou os seus pregos, me respeite, não baixo a minha cabeça”.
Em defesa, Pérsio negou as acusações e mandou recado. “Quero dizer a vereadora com todo o respeito que tenho por ela, que o partido que ela faz parte é uma quadrilha organizada, eu sai do PMDB justamente por ser também uma quadrilha. Eu não tenho culpa nenhuma do país está no fundo do poço porque não foi eu que votou neste partido criminoso, eu tenho serviços prestados a essa cidade e a vereadora sindicalista que nunca prestou um dia de trabalho na sala de aula. Outra coisa, a Câmara foi chamada no Ministério Público para depor sobre empréstimos e não há nada sobre o meu gabinete, se alguém tomou empréstimo e não pagou, não é culpa minha, exijo respeito desta pessoa que não tem critério para falar comigo”.



























