Assembleia da rede estadual de ensino deflagra calendário de lutas
Da Redação do AP
Aconteceu na manhã desta terça-feira (19) assembleia dos professores da rede estadual de ensino no auditório da APLB-Sindicato, em Juazeiro. Estiveram presentes representantes das delegacias regionais quando foram discutiram vários temas, dentre eles as reformas do governo federal. Para o diretor regional da categoria, Gilmar Nery, o encontro marcou o primeiro passo para preparar a categoria para os movimentos durante o ano de 2019.

“No dia de hoje a APLB realizou em todo o estado 19 assembleias para se discutir uma pauta com agendas de lutas para este ano. Mas para que ela fosse aprovada deveria ser necessário discutir todas as deliberações. Em Juazeiro a assembleia foi positiva quando foram repassados informes sobre o reajuste delinear, unidade real de valor que é a esperada URV, atualização constitucional do menor salario básico para o salário minimo. Além discutimos a situação do diretores e vice em escolas que estão prestes a fecharem suas portas, a questão do Planserv, a Portaria 171 referente a distribuição da carga horária na rede estadual”, listou Gilmar.

Ele afirmou ainda que outros “assuntos fizeram parte da pauta a exemplo da reclassificação, preocupação com aposentados, licença prêmio e a aposentadoria que ainda é um problema que a categoria está enfrentando por se acumular e a APLB está discutindo com o governo a forma de acelerar – tanto para gozo como para pecúnia”, completou o líder sindical.

“Já decidimos que iremos realizar uma paralisação em defesa da previdência social, contra a reforma do governo Bolsonaro que a cada minuto pensa numa retirada de direito dos trabalhadores, e que infelizmente se ajoelha aos EUA sendo uma cópia paraguaia malfeita do Trump em colocar a nossa soberania à disposição do capital americano. O que hoje se vê através de pesquisas é a maioria do povo arrependido por ter escolhido um presidente que não representa a soberania nacional, pois o mesmo quando se faz presente em determinados países faz mais elogios aos Estados Unidos do que ao próprio país”, detonou.























