Azeite no vatapá

Aliados do procurador baiano Vladimir Aras, favorito na disputa para suceder Raquel Dodge na chefia do Ministério Público Federal (MPF), tentam convencer o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a apoiá-lo junto ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Argumentam que, com a Lava Jato sob ataque, é trunfo para Moro ter um procurador-geral da República alinhado com a força-tarefa da operação. A exemplo de Aras, que atuou nos casos envolvendo verbas desviadas para contas bancárias na Europa. Como pano de fundo, está o temor de que Bolsonaro encampe a ideia de escolher o nome fora da lista tríplice, tudo que Dodge mais quer.























