As denúncias dos irmãos Miranda na CPI do Genocídio mostram que Bolsonaro colocou militares “não republicanos” no Ministério da Saúde para acobertar a prática mais comum de corrupção no governo, que se faz por meio do fisiologismo e do conluio com o centrão.
Bolsonaro sabe que sem o centrão seu impeachment é certo. E por isso transformou o governo, em especial o Ministério da Saúde, no cofre para pagar de forma corrupta sua manutenção no poder.
O golpista Ricardo Barros comandou a pasta durante o governo Michel Temer e já conduzia um esquema de corrupção junto com a Global Gestão de Saúde.
Bolsonaro apenas colocou Pazuello e militares “não republicanos” – nas palavras do deputado Luis Miranda – para acobertar os negócios escusos do centrão.
Bolsonaro é a continuação do golpe, que sempre teve a intenção de colocar o Brasil novamente nas mãos de corruptos e de entreguistas. Para isso, se pintou com as cores da bandeira e sacou um discurso hipócrita de patriotismo. Como os militares fizeram em 64.