Continua pesado o clima na Casa Plínio Amorim entre os vereador Pérsio e Cristina
Publicado em 03/12/2016
Ação Popular (AP)
O palanque eleitoral não foi desmanchado na cidade de Petrolina. Mesmo depois das eleições as trocas de farpas entre vereadores foi bastante agitada durante a semana com acusações graves. Um dos fatos que mais chamou a atenção da imprensa foi a discussão entre os vereadores Pérsio Antunes (PV) e Cristina Costa (PT). “Todo tempo a vereadora Cristina Costa vem atacando a minha pessoa, não sei os motivos, mas isso é uma prática do partido que ela faz parte”, alfinetou.
Pelo visto, o vereador Pérsio nunca deu a cara para bater
Ainda assim, ele disse que a vereadora não analisa projetos transmitindo a responsabilidade para os demais. “Eu não trabalho desta forma, eu trabalho debatendo, discutindo e colocando os porque das coisas, assim como fiz na sessão quando observei que apenas R$ 308 mil foi destinado para as áreas irrigadas, coisa que ela não viu”. Mas segundo informações os projetos irrigados não chega a tão prometida água tratadas nas troneiras, isso tem incomodado bastante os moradores, pois as promessas surtem efeito nos palanques através da moeda de troca. São mais de 30 anos que os moradores dos perímetros irrigados esperam por essa água que nunca chegou. “Defendi a área irrigada por que lá mora 70 mil pessoas e gira 60% dos empregos do município, sendo que R$ 308 mil não dá para fazer nada”.
Vereador Cristina Costa rebate acusações enfrentando Pérsio
Enquanto isso a metralhadora do vereador Pérsio não para de girar contra a sua ‘amiga’ Cristina Costa. “Eu sai do PMDB porque é igual ao partido dela e fui para o PV porque é um partido que tem honra (…) Eu não passei 2 anos indo para a justiça pagando cesta básica respondendo por calúnia e difamação. A vereadora precisa respeitar as pessoas e os cidadãos”.
Esta confusão foi por conta da votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), Projeto de lei nº 019/16, que define as prioridades e as metas que devem ser atingidas e que disciplina todas as ações do Governo Municipal.
Mas acirramento na Casa Plínio Amorim
Durante a sessão do dia 24 de novembro o arranca rabo entre os dois vereadores estremeceu as paredes da Casa Plínio Amorim. “Eu não preciso que seja feito argumentos para me dar medalha, o problema quando você é legalista e vai contra os princípios de uma quadrilha de um partido que estão presos por roubos e assalto a cofres públicos as pessoas ficam contra você, nunca fui contra nenhum dos dois vereadores, não levo nada para o lado pessoal e digo que não preciso de medalha votada pelo povo do PT, para mim isso é um nojo, tenho vontade de vomitar pelo povo do PT”, disparou.
No momento, a vereadora não deixou e partiu para cima do vereador igual a uma fera ferida. “Me orgulho em fazer parte do PT, não saio pulando de partido para partido para garantir projeção pessoal (…) Estou tranquila e não sou incoerente, eu tenho respeito e moral e não é a toa que eu fui reeleita, agora não vou dar honraria em quem não tem acredito e honra para receber esta medalha (…) Quadrilha o senhor pode ter no seu gabinete – fomos pegar um empréstimo na Caixa Econômica Federal e estamos proibidos porque você não pagou os seus pregos, me respeite”.