A empresa também estuda possíveis fusões ou aquisições com outras organizações do setor, embora ainda não tenha detalhado quais negociações estão em avaliação. Outra medida prevista é a revisão da rede de atendimento: até mil agências deficitárias podem ser fechadas ou readequadas. Hoje, cerca de 85% das 10 mil unidades operam com prejuízo, segundo relatório de 2024. As informações são da Folha de S. Paulo.
O plano também envolve redução de despesas com pessoal, que representam 72% dos gastos da companhia. A estatal estuda mudanças no plano de saúde e pretende lançar um programa de demissão voluntária, que pode promover o desligamento de até 10 mil funcionários.
Mesmo com um déficit de R$ 4,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, os Correios afirmam que continuarão priorizando os serviços postais universais, considerados essenciais para a integração do país. A meta é diminuir o rombo financeiro até 2026 e retornar à lucratividade a partir de 2027, com modernização da infraestrutura e regularização do pagamento de fornecedores.




























