Preso desde 1996, VP cumpre pena de 48 anos por tráfico de drogas e por ordenar homicídios. Mesmo isolado em presídios federais de segurança máxima, sua influência sobre a facção ainda se faz presente.
Antes de ser levado para a Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), passou por Mossoró (RN) e outras unidades prisionais, sempre sendo transferido para evitar que continuasse comandando o crime de dentro da cadeia.
Além da notoriedade no mundo do crime, Marcinho VP também é conhecido por ser pai do polêmico trapper Oruam, que acumula milhões de seguidores e gera controvérsias com suas declarações e estilo de vida.
A vida de VP atrás das grades já foi tema de disputas judiciais. Em 2019, seus advogados entraram com um mandado de segurança no Superior Tribunal de Justiça (STJ) alegando que o criminoso estava privado de visitas íntimas desde 2017. A defesa classificou a situação como “abstinência sexual forçada”, ressaltando que ele era casado há mais de duas décadas.
Mesmo longe das ruas, o nome de Marcinho VP segue sendo reverenciado por seus aliados, que desafiam as autoridades para manter vivo o legado do criminoso.