Histórias macabras que marcaram o sepultamento político de ex-gestores de Juazeiro
Opinião
Juazeiro é uma cidade que já foi governada por figuras alucinadas. Teve um que passou pela prefeitura que pegou a grana da receita do mês, colocou dentro de um bocapiu e foi curtir nos cabarés luxuosos da França. Ele passou três meses kenguiando (sic), agarrando as mulheres mais lindas com seu cachimbão. Durante este período, a cidade ficou abandonada, chegou a faltar óleo para abastecer o motor do gerador de energia que ficava na Ilha do Fogo. O sujeito era tão desastrado que acertou com seus cupinchas – através de telegrama – que arquitetasse um plano para o povo fosse recebê-lo em festa. Antes de chegar à cidade, mandou abastecer o motor, e quando chegou no trem da Estação da antiga Leste no bairro de Piranga, ele desce com a cara mais lisa do mundo rindo, acenando com o chapéu para os presentes, uma bandinha de musica tocando, as luzes das casas ascenderam, e ainda teve gente otária que foi para o meio da rua gritar que ‘Seu Zé chegou trazendo luz’.

Outro caso de ex-prefeito pervertido foi com relação a compra de um avião, que nas horas de descanso ficava em um angá particular pagando diária com dinheiro da vaca leiteira. Até o piloto e o co-piloto faziam parte da folha. Depois que as tetas secaram o avião parou de decolar, sumiu da cidade.
Já outro não podia ver um rabo de saia, era classificado para alguns como o ‘taradon Dom Ruan’, mas para outros um cabra macho, inteligente, que não gostava de dinheiro nas horas vagas. A sua administração não foi essas coca-colas todas, era um populista quando estava no meio do povo, mas na prefeitura se trancava e não recebia quase ninguém, inclusive a pessoa pobre e sofredora que morava no interior. Em um dos casos, uma senhora com mais de 70 anos, chegou antes das 6 horas da manhã numa segunda-feira nublada e saiu próximo das 17 horas porque o carro que fazia linha estava retornando. Ela não foi atendida com ele olhando pelas câmaras e o ex-assessor de comunicação implorando para que ele recebesse, mas de nada adiantou para que ele recebesse àquela pobre senhora. Sensibilizados, os funcionários emocionados deram comida, água e dinheiro para que a mesma retornasse para o lar de sua família.
Houve outro caso de um ex-gestor desajustado do juízo que tudo que pretendia fazer, antes consultava um ex-prefeito de Petrolina. Foi nessa época que Juazeiro perdeu o 72 BI, aeroporto, recursos da União para investimentos em infraestrutura, dentre outras coisas. Saiu desmoralizado, e ainda tem parente dessa pessoa querendo ser prefeito em 2020.
Mas teve outro caso, que um outro recebeu muito dinheiro a fundo perdido que essa grana desapareceu, entrou no buraco da calça de alguém. O dinheiro que era para tirar o povo da lama, serviu para afogar mais ainda o povo na lama e nas muriçocas.
Esta é a verdade dos fatos.
Por: E. A
























