No bico do urubu: Cunha acha que vai se safar
O deputado Eduardo Cunha anda confiante no recurso à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contra a recomendação do Conselho de Ética para sua cassação. Ele aponta duas supostas ilegalidades: (1) a votação nominal, e não eletrônica, adotada (como na comissão do impeachment) para evitar o “efeito manada”, e (2) o impedimento do relator Marcos Rogério (DEM-RR), por haver trocado de partido.
Membros do Conselho de Ética são indicados pelos líderes. Por isso, ao trocar de partido, Marcos Rogério perderia seu lugar no colegiado.
Se conseguir anular a participação do relator Marcos Rogério, Eduardo Cunha conseguirá fazer seu processo voltar à estaca zero.
Aliados acham que, na CCJ, é bem mais expressiva que no Conselho de Ética a chance de Eduardo Cunha obter maioria de votos.



























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