Rejeitar eleição de prefeito junto com a de presidente da República foi a mais acertada decisão da Câmara Federal na reforma política
A Câmara Federal está votando a conta-gotas a chamada PEC da reforma política. Já aprovou o fim da reeleição e o mandato de cinco anos para todos os ocupantes de cargos executivos, embora essa paridade só vá acontecer a partir de 2027. Até lá, o nosso sistema eleitoral será um samba-do-crioulo-doido. Os prefeitos eleitos em 2016 terão mandato de quatro anos, mas os que forem eleitos em 2020 terão mandato de cinco. Já os 54 senadores que serão eleitos em 2018 terão nove anos de mandato e os 27 (1/3) que serão eleitos em 2022, apenas cinco. A lógica dessa alteração é para que a partir de 2027 todos tenham mandato de cinco anos, de vereador a presidente da República. No entanto, para que não se diga que os deputados não aprovaram nada de relevante até agora sobre a reforma política, eles rejeitaram o item da PEC que previa eleições coincidentes (todas num ano só). Essa “não reforma” foi o melhor da reforma até agora.

![[Pré-venda] Seleção dos ‘Esquecidos’: Especial Copa do Mundo [Pré-venda] Seleção dos ‘Esquecidos’: Especial Copa do Mundo](https://acaopopular.net/jornal/wp-content/uploads/2026/06/capa-ok-276-1-800x450-1-70x50.jpg)






















