No estado, as doses serão armazenadas, de acordo com a nota técnica informativa emitida pelo Programa Estadual de Imunizações (PNI) aos municípios, que deverão acompanhar registros de eventos supostamente atribuíveis à vacinação.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) orienta que os profissionais de saúde que receberam a dose da vacina nos últimos 21 dias realizem acompanhamento em uma unidade de saúde local para observar se haverá ou não reações adversas.
“A partir de agora, a vacinação para o público citado deverá ser interrompida e iniciada a logística de armazenamento nos estoques da Rede de Frio Municipal, mantendo as doses sob condições adequadas de conservação”, ressaltou a SES-PE.
Em Pernambuco, a estratégia de imunização para os profissionais da atenção primária foi iniciada em fevereiro deste ano. Até abril, o estado recebeu 36 mil doses da vacina contra a dengue Butantan-DV, sendo 11.711 delas aplicadas.
“É importante frisar que a vacinação contra a dengue na população formada por crianças e adolescentes de 10 a 14 anos continua a ocorrer normalmente, pois o imunobiológico é produzido por outro fabricante”, informou a pasta de saúde.
O Sistema Único de Saúde (SUS) segue oferecendo imunização contra a dengue para a faixa etária acima com a vacina Qdenga, produzida no Japão e ofertada na rede pública desde 2024.
A superintendente de Imunizações do estado, Magda Costa, reforça que os municípios devem intensificar o monitoramento dos indivíduos vacinados nos últimos 21 dias.
“Os casos suspeitos deverão ser notificados no módulo ESAVI do e-SUS Notifica, conforme os fluxos vigentes, com comunicação imediata dos casos graves às vigilâncias municipal, estadual e nacional”, destacou Magda Costa.
























