

O homem estava sem capuz no momento do ataque à produtora, de acordo com a Polícia Civil. A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) quebrou todos os sigilos telemáticos dos suspeitos identificados e conseguiu acessar pesquisas feitas por integrantes do grupo. Além disso, os investigadores acessaram mensagens enviadas por eles.

A identificação do suspeito foi possível por meio de escutas telefônicas autorizadas pela Justiça no último dia 26, de acordo com a polícia. Dinheiro, simulacro de arma, munição, camisa de entidade filosófico-política e computadores foram apreendidos no começo da manhã.
Ataque após especial de Natal
O ataque ocorrereu após o Porta dos Fundos retratar Jesus Cristo como gay no filme ‘Especial de Natal Porta dos Fundos: a primeira tentação de Cristo’, que estreou no dia 3 de dezembro no Netflix. No ataque, dois homens estavam no carro e outros dois na moto. Enquanto três deles atiravam os coquetéis, um quarto registrava a ação de um celular.
Até o ataque com coquetéis molotov na madrugada de sábado, as reações contra o especial de Natal da produtora Porta dos Fundos foram sete ações judiciais que tinham com parte ré contra o serviço de streaming.

























