As entidades questionam um contrato firmado entre a Prefeitura e a empresa ‘Sertel Serviços Terceirizados Ltda’., no valor de R$ 11,45 milhões, o que inclui cargos como auxiliar de classe e monitor escolar, funções as quais, de acordo com a denúncia, integram a atividade-fim da educação básica e não poderiam ser terceirizadas.
Irregularidades
A denúncia aponta ainda que as contratações estariam substituindo cargos efetivos e sendo pagas com recursos da parcela de 70% do Fundeb, destinada somente à remuneração dos profissionais da educação.
As entidades alegam que a terceirização, de acordo com o contrato, pode envolver a contratação de pessoal para funções que deveriam ser preenchidas por servidores concursados da área da Educação.
A medida estaria sendo usada para preencher vagas em caráter precário, o que prejudicaria a garantia de concurso público e a qualidade dos serviços educacionais. A origem dos recursos utilizados, com destaque para a eventual aplicação de verbas do Fundeb, também vai precisar ser explicada.
Prazo
O prefeito Zé Luz vai ter prazo de cinco dias para apresentar defesa, documentos que justifiquem as contratações e ainda a relação dos nomes dos terceirizados, com as respectivas funções e locais de lotação.
O MP-BA vai avaliar os fatos e decidir se existem elementos suficientes para que o caso seja arquivado ou se deve abrir um Inquérito Civil
























