Um ano sem Beatriz

Ação Popular (AP)

Está fazendo um ano esta semana que a menina Beatriz Angélica foi barbaramente assassinada dentro do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina. Até hoje o que se viu foi uma investigação bizarra com retrato falado de um negro que se pareceu com pessoas conhecidas da sociedade causando constrangimento.

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Para complicar, o ex-prefeito de Petrolina, Augusto Coelho ocupa espaço em uma emissora de rádio, em Petrolina, para falar o que não devia sobre o caso causando indignação da sociedade e da própria família.  O caso foi tão grave que o prefeito Isaac de Juazeiro, Isaac Carvalho (PCdoB) apresentou a família à ex-presidente Dilma Rousseff quando esteve vistando à cidade, solicitando ajuda para solucionar o caso.  Pelo andar da carruagem querem que o caso seja esquecido através do cansaço da família e amigos com o passar do tempo.  Alguns casos acabaram no esquecimento em Petrolina.

Beatriz foi assassinada com cerca de 42 facadas dentro de um dos mais tradicionais colégios particulares de Petrolina. O crime ocorreu dentro da quadra em 10 de dezembro de 2015 onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola.

Lamentável!

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