Lixão na Vila São Joaquim incomoda moradores

Este lixão fica próximo à residência do prefeito Genilson Silva
Este lixão fica próximo à residência do prefeito Genilson Silva

Da Redação

Moradores que residem na Vila São Joaquim – bairro onde mora o prefeito Genilson Silva (PT) -, reclamam da quantidade de lixo acumulado em terrenos baldios e nas ruas da cidade. Conforme informações dos próprios moradores, esta situação vem de muito tempo. Eles afirmam que a prefeitura já foi comunicada várias vezes sobre o problema, mas o que tem feito é apenas retirar periodicamente parte do lixo, deixando muita sujeira no local.

Em outras áreas da cidade a situação é esta
Em outras áreas da cidade a situação é esta

Nas ruas é grande a quantidade de copos plásticos, garrafas PET, ferro velho, papel, papelão, plásticos, vasos de sanitário, animais mortos, sucatas de eletroeletrônicos, dentre outros materiais espalhados pelo bairro. Os resíduos, segundo os moradores, atraem animais transmissores de doenças, como ratos, baratas, moscas e pernilongos. “Aqui era um lugar muito bonito, hoje em dia está abandonado e com um grande número de lixo”, conta mo morador Lorêncio Bispo da Paz, residente na Rua 9, na quadra N18.

Em cada local que a reportagem do AP passou a situação era esta
Em cada local que a reportagem do AP passou a situação era esta

Já o senhor Luiz da Silva Ferreira afirma que essa prática é comum na cidade. “Acho que a prefeitura se preocupa muito em arrecadar dinheiro, em cobrar multa da população e não faz o que precisa. A cidade está horrível, suja e precisa de mais cuidado. Aqui tem cachorro morto, gato, muita mosca, dentre outros insetos”.

A reportagem do AP observou que em alguns pontos de coleta de lixo, as próprias lixeiras não estão em condições adequadas para armazenar o lixo, mesmo assim, algumas pessoas insistem em jogar lixo dentro desses recipientes, o que resulta no acúmulo de sujeira no chão. Em outras área da cidade a situação é deprimente, inclusive defronte a casas de comércio onde os proprietários não sabem mais a quem recorrer. O Jornal AP procurou à Assessoria de Comunicação da Prefeitura, porém não houve respostas até o fechamento dessa edição.

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