Sigilo: 55 na investigação sobre filho de Bolsonaro

Quebra de sigilo atinge 55 pessoas da Alerj ligadas a investigação sobre Flávio Bolsonaro

São funcionários ou ex-funcionários da Alerj que terão seus dados analisados pelo Ministério Público do Rio

O Globo – Ana Clara costa, Marlen Couto, Dimitrius Dantas, Tiago Aguiar e Silvia Amorim

Mais da metade dos 95 pedidos de quebra de sigilo autorizados pela Justiça do Rio na investigação sobre o suposto esquema de “rachadinha” no gabinete do ex-deputado estadual e hoje senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) atinge pessoas que trabalharam diretamente com ele na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj ) ou ocuparam outros cargos na Casa. São 55 funcionários ou ex-funcionários da Alerj que terão seus dados analisados pelo Ministério Público do Rio, entre eles Leonardo Rodrigues de Jesus, mais conhecido como Léo Índio , primo dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

A abertura dos sigilos autorizada pela Justiça abrange o período entre janeiro de 2007 a dezembro de 2018, e mostra ainda que as frentes de apuração sobre as atividades financeiras de Flávio vão além da suspeita de devolução de parte do salário de ex-funcionários na Alerj.

O MP-RJ investiga a origem do dinheiro de empresários e empresas que fizeram negócios imobiliários com o senador — Flávio fez 19 transações de imóveis nos últimos 15 anos. Na lista dos sigilos abertos, há firmas que atuam no setor, além de outras de atividades como informática e venda de perfumes ( leia reportagem abaixo ).

Há ainda um terceiro grupo de pessoas ligadas à família mas não necessariamente na Alerj — neste caso estão, por exemplo, a mulher de Flávio, seus pais, dois ex-militares que receberam condecorações do senador e uma ex-secretária parlamentar do atual presidente Jair Bolsonaro.

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado: Quebra de sigilo atinge 55 pessoas da Alerj ligadas a investigação 

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