Se virasse ministro, Velloso teria de fechar o escritório de advocacia que tem com o filho, e todos os contratos com diversos clientes – entre eles a Chevron – teriam de ser cancelados.
A indicação do nome de Velloso foi feita pelo senador Aécio Neves (MG), para quem Velloso trabalha e diz não cobrar honorários, e provocou irritação na bancada do PMDB na Câmara, onde deputados começaram a chamar o tucano de “traidor”. Os dois partidos disputam espaços no governo Temer.
Agora, Aécio tenta emplacar na vaga o procurador mineiro José Bonifácio Borges de Andrada, que é o número 2 da Procuradoria Geral da República. Andrada está como vice na PGR, onde substituiu Ela Wiecko, também por indicação do presidente do PSDB.


























