Escolas multadas por pedirem materiais escolares proibidos pelo Procon
As multas variam de R$ 1.050 a R$ 7.6 milhões

Após denúncias, mais de 50 escolas particulares foram fiscalizadas e 11 multadas pelo Procon-PE por descumprirem Nota Técnica solicitando itens que foram proibidos pelo órgão de defesa do consumidor aos pais de alunos e responsáveis. As multas variam de R$ 1.050 a R$ 7.6 milhões, dependendo do porte da instituição de ensino.
Entre as proibições está a cobrança da resma de papel. Segundo o Procon-PE, estudos técnicos mostram que esse tipo de produto deve estar contemplado no custo da prestação do serviço da unidade educacional. Ainda de acordo com o órgão, a entrega do material escolar pode ser feita de forma fracionada, dependendo da utilização em sala de aula, e não somente no começo do ano letivo, de uma única vez.
Na última segunda-feira (22), representantes da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), Procon-PE e o Sindicato de Instituições de Ensino de Pernambuco (Sinepe), se reuniram e irão reforçar o calendário de fiscalizações.
A Nota Técnica emitida no dia 6 de outubro pode ser consultada no site www.procon.pe.gov.br ou no portal do Sinepe. A nota também pode ser solicitada pelo email: [email protected].
Escolas multadas
Instituto Educacional Thailany – Nova Descoberta – Recife
Escola Futuro Cidadão- UR5 – Ibura – Recife
Instituto Evangélico Renascer – Brejo de Beberibe
Colégio e Curso Desafio – Iputinga – Recife
Escola Sabor da Infância – Nova Descoberta
Centro Educacional Nova Dimensão – Paudalho
Instituto Educacional Crescer – Mustardinha
Instituto Educacional Nossa Senhora do Carmo – Jardim São Paulo
Escola Interagir – Várzea
Escola Essência do Saber – Moreno
Educandário Nossa Senhora da Conceição – Vila Tamandaré


























