De acordo ainda com o jornal “O Estado de São Paulo”, a filiação à UDN – que não tem registro no Tribunal Superior Eleitoral – foi cogitada por Jair Bolsonaro para disputar a Presidência da República em 2018, mas a articulação não avançou.

Bolsonaro pertencia ao PSC, chegou a anunciar sua adesão ao Patriota, mas acabou se filiando ao PSL (Partido Social Liberal) numa articulação promovida pelo advogado Gustavo Bebiano.
A nova UDN é um dos 75 partidos em fase de criação, conforme o TSE. Segundo seu dirigente, o capixaba Marcus Alves de Souza, o partido já tem 380 mil assinaturas das 497 mil que são necessárias para ser recriado.
O partido já tem comissões provisórias em nove Estados e mantém em Brasília um de seus principais articuladores, o advogado Marco Vicenzo, que lidera o “Movimento Direita Unida” e coordena contatos com parlamentares interessados em aderir à nova legenda. A articulação envolveria também o senador Major Olímpio (PSL-SP), que nega a troca de partido.
Souza deixou o Espírito Santo, onde atuou na Secretaria da Casa Civil do ex-governador Paulo Hartung, e mudou-se para São Paulo para concluir a criação da nova UDN, que adotou o mesmo lema de sua versão antiga: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.


























