O desprezo com que Bolsonaro trata a população brasileira foi estampado na foto ao lado do “churrasqueiro das celebridades”, que virou habitue no Planalto, em que segura uma picanha de R$ 1,8 mil reais o quilo – três vezes mais que o maior auxílio já pago às pessoas que passam necessidade diante da pandemia.
Antes de se fartar com a carne nobre, Bolsonaro tomou café com o general Eduardo Pazuello, que faltou ao depoimento na CPI do Genocídio com a esfarrapada desculpa de ter tido contato com assessores com Covid.
Bolsonaro despreza as leis, a Justiça, o parlamento e a constituição. E age como um déspota, um ditador que saboreia picanha, enquanto se banha em um mar de sangue da chacina do Jacarezinho e dá uma banana às milhares de famílias que choram a morte de parentes por causa da pandemia.
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