A droga foi localizada por meio da tecnologia do BodyScan. Durante o procedimento de triagem, o scanner corporal apontou alterações na região intestinal do homem, o que levou à realização de uma entrevista com a equipe de segurança.
Durante a conversa o custodiado confessou ter engolido os invólucros e revelou que adquiriu a droga com uma mulher não identificada ainda na carceragem de Guanambi. Segundo ele, a decisão foi motivada pela informação de que, no Conjunto Penal de Brumado, o acesso a entorpecentes seria inviável devido à rigorosa fiscalização. O preso, que é dependente químico, disse ser essa a única alternativa de manter o vício.



























