A sessão debatia se o órgão que garante acesso a dados públicos e a fiscalização das ações das autoridades seria extinto ou não. Quando parlamentares da oposição, integrantes do conservador Partido da Ação Nacional, subiram à tribuna, a confusão se iniciou.
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Eles acusaram a maioria governista do Morena, um partido de esquerda, de violar um acordo político para criar um novo órgão de investigação, o que deu início ao bate boca. Os grupos trocaram xingamentos e gritos, mas depois passaram a se agredir com empurrões e até puxões de cabelo.
“Ocupamos a tribuna de forma pacífica, sem tocar em ninguém, e a decisão tomada pelo grupo parlamentar majoritário e seus aliados foi tentar recuperar a mesa diretora por meio da violência”, declarou Andrés Atayde, coordenador do partido da oposição, em uma coletiva.
No entanto, o porta-voz do Morena, Paulo García, alegou que “oposição recorre à violência por falta de argumentos, por falta de capacidade de sustentar o debate”, em entrevista à TV Milenio.
Depois da confusão, a sessão foi suspensa e retomada em outro lugar, após a retirada dos oposicionistas do parlamento, conforme o Congresso da Cidade do México.


























