O grande amor de ACM
A história é um pouco diferente. Antonio Carlos Magalhães e Lúcia Flecha de Lima se apaixonaram em 1961, em Roma, quando ela tinha vinte anos, era dona de uma beleza rara e o marido, aos 28, iniciava sua carreira diplomática como segundo-secretário da embaixada do Brasil na Itália. Eles se conheceram durante uma visita protocolar que ACM, aos 35 anos, fazia à Itália como deputado federal da UDN baiana. Foi amor à primeira vista, e o romance durou até a morte de ACM, em 2007. Além da formosura, Lúcia ficou conhecida por ter-se tornado amiga pessoal e confidente da falecida princesa Lady Di.
Gravei depoimentos de ACM durante seus últimos seis anos de vida, para escrever um livro que sairá depois de “Lula”. Em várias passagens tratamos do assunto – sempre com o gravador ligado. Todos os envolvidos no affair sabiam que Luiz Antonio era filho de ACM e não de Paulo Tarso. Na Bahia dizia-se que o exame de DNA seria desnecessário, tamanha a semelhança física entre Luiz Antonio e o deputado Luiz Eduardo Magalhães, filho de ACM falecido em 1998 aos 43 anos”.
























