‘Pai Pequeno’ decide execuções no ‘QG’ do Comando Vermelho na Bahia
Apontado como homem de confiança da facção, ele estaria abaixo apenas de Val Bandeira na hierarquia do grupo
Por Bruno Wendel

Polícia Civil deflagra operação contra organização criminosa no Complexo do Nordeste de Amaralina Crédito: Divulgação/ Ascom-PCBA
A sua toga é um fuzil carregado nas costas. O martelo, uma pistola cromada. Assim, mesmo à distância, “Pai Pequeno”, o “juiz” do Complexo do Nordeste, decide quem deve morrer no chamado “tribunal do crime” instalado no “QG” do Comando Vermelho. Não à toa, as forças de segurança voltaram a ocupar o complexo.
Desde que chegou à Bahia, em 2020, o CV intensificou os conflitos territoriais ligados ao tráfico de drogas. Apesar das investidas realizadas na quinta-feira (7) para capturar lideranças da facção, o “número 1” do grupo estaria escondido em um dos morros do Rio de Janeiro.
Considerado implacável em suas decisões, ele estaria abaixo apenas do lendário Val Bandeira, atualmente preso em uma unidade federal.

























