Deputado da base de Raquel diz que oposição está “desesperada” e quer proibir pesquisas

Segundo Moraes, enquanto as pesquisas mostravam vantagem para o então prefeito do Recife, João Campos (PSB), não havia contestação dos resultados. O cenário mudou, de acordo com ele, após três levantamentos consecutivos indicarem crescimento de Raquel Lyra e queda do socialista.

“Quando o prefeito do Recife estava ganhando, nunca houve questionamento. Infelizmente, três pesquisas consecutivas mostrando a governadora na frente do ex-prefeito do Recife e eles entram na Justiça alegando incapacidade dos institutos e que as pesquisas não iam acertar”, declarou.

O deputado citou os casos dos institutos Veritá e Múltipla. Segundo ele, adversários da governadora utilizaram decisões liminares para espalhar a narrativa de que os levantamentos seriam falsos ou irregulares.

O prefeito João Campos (PSB)

“No primeiro caso da Veritá, usaram uma liminar como fake news para dizer que a pesquisa era mentirosa. Depois, o desembargador julgou que a pesquisa estava correta”, afirmou.

Sobre o Instituto Múltipla, Moraes acusou opositores de preconceito contra empresas sediadas no interior do estado.

“Disseram que era um instituto pequeno do interior que não tinha capacidade para fazer uma pesquisa de governo. Isso é uma falta de respeito com o interior de Pernambuco”, criticou.

O parlamentar também afirmou ter recebido informações de que haveria novas tentativas de contestação, desta vez envolvendo o Datafolha, instituto que divulgou nesta semana levantamento apontando Raquel Lyra com 48% das intenções de voto, contra 43% de João Campos.

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