Rui Costa: “Lula está chegando perto de 70% na Bahia e deve repetir a votação da última eleição”

Do Política Livre

Foto: Diego Mascarenhas/ Divulgação

Imagem de Rui Costa: "Lula está chegando perto de 70% na Bahia e deve repetir a votação da última eleição"

O ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado Federal, Rui Costa (PT), afirmou que a oposição tem reduzido as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à medida que se aproxima o período eleitoral. Em entrevista concedida nesta terça-feira (7) à Rádio Baiana FM, o ex-governador da Bahia também projetou uma nova vitória expressiva de Lula no estado em 2026 e voltou a associar a oposição baiana ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo Rui, adversários políticos adotam uma estratégia de confronto com Lula durante a maior parte do mandato, mas mudam o discurso quando as eleições se aproximam. “Por que eles pararam agora de agredir o Lula no período da eleição? Sempre é assim. Eles passam três anos batendo, tentando derrubar o Lula. Não conseguem e, quando faltam poucos meses para a eleição, não podem mais falar mal dele.”

Na avaliação do ministro, a popularidade do presidente permanece elevada na Bahia, cenário que, segundo ele, deverá se refletir novamente nas urnas. “O Lula está chegando perto de 70% na Bahia. Na minha opinião, vai ter a mesma votação que teve da vez passada. Ele fez 69% no primeiro turno e 72% no segundo turno. Acho que vai repetir essa votação.”

Rui Costa também afirmou que o desempenho eleitoral de Lula influencia diretamente a estratégia dos adversários no estado e disse que o cenário deixa o principal nome da oposição em posição desconfortável. “É isso que leva o candidato a ficar bambeando, quando a chapa inteira já assumiu que é bolsonarista.”

Sem citar nomes, o ministro voltou a afirmar que a oposição historicamente se posicionou contra propostas defendidas pelos governos petistas, especialmente na área da inclusão social. “Historicamente, eles foram contra todas as propostas do Lula. Foram contra o sistema de cotas nas universidades. Se dependesse deles, os pobres não teriam acesso à universidade, fora as políticas públicas de inclusão social.”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *