Manifesto em defesa do mandato de Dilma fala em “nova forma de golpismo”
O documento lamenta que, desde a eleição do ano passado, “forças políticas radicais, que exibem baixo compromisso com os princípios democráticos, venham se dedicando diuturnamente a contestar e questionar o mandato popular da presidenta Dilma Rousseff, utilizando-se dos mais diversos subterfúgios políticos e jurídicos, que vão desde o absurdo e inédito questionamento da urna eletrônica, lisura do pleito até a tentativa de criminalização de práticas orçamentárias em um contexto de crise fiscal e utilizadas por vários governos no passado, incluindo a contestação intempestiva das contas de campanha previamente aprovadas na Justiça Eleitoral”. De acordo com o texto, esse processo se constitui em uma “clara e nova forma de golpismo”.
Em outro trecho, o manifesto destaca que, embora as manifestações populares que expressem insatisfações sejam legítimas, elas “não podem servir de escusa torpe e oportunista para que invistam contra o mandato legítimo da presidenta”.
O texto também associa as dificuldades econômicas enfrentadas pelo País à turbulência no cenário político. “O principal entrave ao reequilíbrio das contas públicas e à consequente retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, como é o desejo de todos os brasileiros, reside no atual clima político deteriorado, gerado pelo golpismo que tenta se impor sobre a governabilidade e que dissemina sentimentos de insegurança, pessimismo e intolerância política por toda a sociedade”, diz.
No final, o manifesto reitera o apoio ao mandato de Dilma e convida as forças políticas do Brasil a contribuir para que o País se reencontre no quadro do crescimento econômico.
























