Descaso e irresponsabilidade na UPA de Juazeiro
Da Redação
Nesta terça-feira (21), por volta das 10:15h a comerciante Teresa Cristina Soares foi levada para a UPA de Juazeiro com um ferimento grave na perna, chegando ao local, foi atendida na recepção e depois encaminhada para o médico. Ele passou quase uma hora para ser atendimento, no momento em que foi chamada, o médico perguntou sobre o problema, ele passou os dados, e ele na maior cara de pau, afirmou que a moça não tinha nada – mesmo com a perna inflamada e com um hematoma escuro -, ele pediu que a moça fosse a um posto de saúde de seu bairro, para pedir autorização a uma enfermeira (?) – quer dizer, ser consultada e medicada por uma enfermeira – cujo objetivo seria comprar uma pomada para passar no ferimento provocado por um suposto ‘marimbondo caboclo’.
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Ela solicitou do médico uma guia ou um documento que constasse o seu nome para levar ao portador, pois o mesmo desconfiado, negou. “Já como o medico se negou a fornecer o documento, ou a receita, foi porque teve medo ou receio que seu nome fosse divulgado na imprensa pela irresponsabilidade cometida. Mas este tipo de profissional todos já conhecemos, isso porque além de não trabalhar direito para atender a quem paga seu salário, trata mal, e ainda age dessa forma como se eu fosse uma vagabunda ou desocupada e desenformada. Em outro país, como nos EUA, esse sujeito jamais trabalharia. Assim como ele, temos horrores em Juazeiro e Petrolina. Quando acabar ainda falam dos médicos cubanos que não sabem trabalhar”, desabafou.
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Para evitar mais chateação, ela decidiu procurar um farmacêutico que detectou o problema no olhar, passando o remédio.
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Mais problemas na UPA
Além desse tipo de profissional, o prédio da UPA pode está condenado. Isso mesmo! A sua estrutura foi abalado quando um veiculo foi deixar um paciente, e na saída bateu em uma das colunas de suporte do teto. A base foi arrancada, a parte de cima foi atingida, e para colocar mais ainda a vida de todos em risco, colocaram três vigas de ferro para segurar o peso da lage.
Pelo projeto de construção que foi executado, dá para se observar os erros na edificação com três colunas espalhadas na frente da unidade médica, sendo que todas elas são frágeis e descompassadas. A que fica na frente da entrada principal, obriga as ambulâncias a passarem por cima de uma calçada que foi destruída pelo peso dos veículos. Com uma das colunas danificadas, restaram três. Um fato grave que o CREA/BA e o Ministério Público não veem.
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